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Oposição controla Senado boliviano e Morales busca acordo

Arquivo Geral

26/01/2007 0h00

< !--StartFragment -- > O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou o
resultado final da seleção do seu concurso para recenseador. Serão chamados
86.469 candidatos as vagas temporárias de auxiliar, purchase information pills agente e recenseador em
todo o país.

O concurso, page organizado pela Fundação Cesgranrio, teve vagas para níveis
médio e fundamental, nos cargos de agente censitário supervisor, auxiliar
censitário administrativo, agente censitário municipal e recenseador, com a
expectativa na época de contratar temporária de até 103.089.

Os salários dos aprovados chegam a R$ 800 e os aprovados no concurso serão
contratados em fevereiro. Mas os aprovados para o cargo de recenseador devem
ser contratados entre abril a julho. Os candidatos podem conferir o
resultado pela internet, por meio do endereço

https://seguro.cesgranrio.org.br/ibge0206/resultadof.aspx

Atualizada às 10h43

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que gostaria de ter juros mais baixos no país, stomach mas que não há uma solução mágica para isso.

"Todos nós gostaríamos de uma taxa mais baixa no Brasil", disse o presidente durante sessão do Fórum Econômico Mundial, que acontece na cidade suíça de Davos. "Mas você não pode reduzi-la por mágica".

O Banco Central cortou a taxa básica de juro, a Selic, em 0,25 ponto percentual na quarta-feira, para 13%, mas o custo dos empréstimos no país ainda está entre os mais altos no mundo.

Durante seu discurso hoje, Lula disse estar confiante que a taxa de juro no país vai cair à medida em que aumentar a confiança na economia brasileira. Lula também reiterou que o Brasil está pronto para fazer concessões para garantir um acordo para as negociações mundiais de comércio.

O presidente pediu um maior envolvimento dos empresários no trabalho de convencimento de seus governos sobre a importância de se fechar um acordo sobre a Rodada de Doha, lançada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001.

"Se nós quisermos dar um sinal aos países mais pobres do planeta de que eles vão ter chance no século XXI, é preciso que Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, sobretudo esses países mais importantes, assumam a responsabilidade de pactuar esse acordo", disse Lula.

Ministros de comércio de cerca de 30 países têm se encontrado em paralelo ao Fórum Econômico Mundial em Davos numa tentativa de quebrar o impasse que marca as negociações da Rodada de Doha. Lula reiterou a disposição do Brasil em fazer concessões na área de produtos industrializados para que a rodada de negociações seja retomada.

"Se a gente quiser evitar o terrorismo e o crescimento do crime organizado, creio, a Rodada de Doha é o caminho. Ela pode ser o caminho da esperança de milhões de seres humanos que aguardam um gesto nosso", disse. "O que a gente não gasta num acordo comercial, a gente gasta depois numa guerra contra o Iraque, numa guerra sem fim. Então, é preciso que a gente tenha sensibilidade para isso", acrescentou o presidente brasileiro.

O líder cubano Fidel Castro, information pills que deixou o cenário público há seis meses depois de se submeter a uma cirurgia de emergência, order está se recuperando e ainda está à frente de Cuba, viagra 60mg disse uma autoridade do governo ontem.

"Ele ainda está no comando da ilha", disse Ricardo Alarcon, presidente da Assembléia Nacional de Cuba, a jornalistas.

Alarcon disse que o líder cubano de 80 anos estava afastado porque cumpria recomendações rigorosas do médico para sua convalescência que, segundo o assessor, "seguia muito bem".

Fidel deixou o poder pela primeira vez desde a revolução de 1959, quando entregou temporariamente o cargo a seu irmão, o ministro da Defesa Raúl Castro, em 31 de julho.

Alarcon disse que o momento da volta de Fidel Castro à vida pública depende de sua recuperação e deu indícios de que os cépticos se surpreenderiam. Fidel foi submetido a uma cirurgia para conter uma hemorragia no intestino, causada por excesso de trabalho, disse o governo. Detalhes de sua condição são considerados um segredo de Estado.

Autoridades norte-americanas suspeitam que Fidel esteja com câncer em estágio terminal. Mas o jornal espanhol El País disse que o presidente cubano estava com diverticulite.

Uma bomba matou 15 pessoas e feriu outras 35 no segundo ataque em poucos meses ao tradicional mercado de animais de Bagdá, visit this site disseram fontes da polícia.

A explosão atingiu o mercado Ghazil, que acontece nas manhãs de sexta-feira, uma hora antes do início do toque de recolher semanal para veículos, às 11h00 (06h de Brasília). O toque de recolher foi decretado para proteger as mesquitas durante as orações da sexta-feira.

Explosões mataram ontem pelo menos 34 pessoas em Bagdá. O primeiro-ministro Nuri al-Maliki advertiu militantes sunitas e xiitas de que não terão refúgio durante uma grande campanha com apoio de tropas dos Estados Unidos. Na segunda-feira, um dos piores ataques nos últimos meses matou pelo menos 88 pessoas no mercado Bab al-Sharji.

Segundo uma fonte da polícia, testemunhas acham que a bomba de hoje foi instalada em uma caixa de papelão com furos, para imitar um compartimento com pássaros. Papagaios, canários e outros animais exóticos são as principais atrações do mercado.

No dia 1º de dezembro, também uma sexta-feira, um carro-bomba matou três pessoas no mercado Ghazil. O local atrai visitantes nos finais de semana em Bagdá, onde os locais de diversão pública são raros.

Depois do aumento no número de ataques a bomba nos últimos dias, as forças de segurança estão em estado de alerta elevado, já que os xiitas estão se preparando para marcar o ponto alto dos 10 dias de luto no ritual da Ashura, na segunda-feira.

São esperados centenas de milhares de peregrinos na cidade sagrada de Kerbala, ao sul de Bagdá, para as cerimônias que eram proibidas durante o regime de Saddam Hussein, dominado por sunitas. Agora, a festa é um grande evento anual para os xiitas, que pela primeira vez estão crescendo politicamente no Iraque.

Maliki disse ao parlamento ontem que "não haverá abrigo e que todos os locais serão revistados se virarem fontes de lançamento para o terrorismo, mesmo as centrais dos partidos políticos".

Nos Estados Unidos, a decisão do presidente George W. Bush de mandar cerca de 20 mil soldados a mais para ajudar a evitar uma guerra civil em Bagdá sofre oposição no Congresso dominado agora por democratas. Legisladores dos EUA estão debatendo possíveis moções, criticando a decisão de Bush. Alguns políticos questionam o compromisso de Maliki em combater as milícias ligadas a líderes que, como ele, são xiitas.

Washington identifica o Exército Mehdi, milícia leal ao clérigo xiita Moqtada al-Sadr, como a maior ameaça de segurança no Iraque. O primeiro-ministro iraquiano prometeu combater os grupos armados de todas as orientações. Maliki depende do apoio político do movimento de Sadr no parlamento, mas vem sendo acusado de não reprimir o Exército Mehdi.

Um dirigente do movimento de Sadr, Bahaa al-Araji, prometeu apoio no parlamento ao plano de repressão aos grupos armados. Partidos sunitas e curdos também disseram que apoiarão o plano.

Desde que Maliki anunciou o plano, no início do mês, Bagdá foi atingida por uma série de ataques e dezenas de corpos de aparentes vítimas de esquadrões da morte ainda são encontrados na cidade diariamente. Na quarta-feira, foram encontrados trinta e um. Na manhã de hoje, a polícia disse que encontrou sete.

O Exército do Líbano levantou o toque de recolher em Beirute hoje, this mas escolas e universidades continuaram fechadas um dia depois dos conflitos entre sunitas e xiitas. O tráfego começou a voltar às ruas dos bairros sunitas de Beirute depois do fim do toque de recolher, web às 6h (02h de Brasília), mas algumas pessoas temem mais violência. Foi a primeira noite com toque de recolher em Beirute desde o fim da guerra civil de 1975 a 1990.

"É muito ruim. Vai ser como no Iraque", disse um verdureiro em uma região da capital onde vivem sunitas e xiitas. "Deus amaldiçoe quem começou isso", foi a manchete do jornal As-Safir.

Quatro pessoas morreram vítimas de tiros nos conflitos de ontem entre ativistas pró e contra o governo. Cerca de 200 ficaram feridos durante a violência que surgiu devido a discussões entre estudantes em uma universidade de Beirute. Alguns pedestres foram golpeados com base em sua identidade sectária, disseram testemunhas. Entre os quatro mortos há dois estudantes xiitas do Hezbollah e um simpatizante do governo liderado por sunitas.

O embaixador dos Estados Unidos em Beirute, Jeffrey Feltman, disse que a situação tornou-se "muito perigosa" e que mais uma vez a Síria está envolvida. Os norte-americanos apóiam o primeiro-ministro libanês Fouad Siniora contra o Hezbollah e seus aliados xiitas e cristãos. O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, emitiu uma ordem religiosa (fatwa, em árabe) mandando seus simpatizantes saírem das ruas. O líder sunita Saad al-Harir exortou seus seguidores a manterem a calma.

"Peço para todos voltarem à voz da razão", disse Siniora, de Paris. Ele está em uma conferência de ajuda para as abaladas finanças do Líbano e para reparar danos sofridos na guerra do ano passado entre Israel e o Hezbollah.

O embaixador dos EUA apontou para a Síria, principal aliada do Hezbollah, ao lado do Irã.

"A história mostrou que forças exteriores, com a Síria, já fizeram isso antes. E não posso dar evidência sólida, mas certamente é possível apontar que as mãos da Síria estão trabalhando novamente", disse ele no canal de televisão Al-hurra, financiado pelos EUA.

A oposição lançou protestos na terça-feira que paralisaram a maior parte do Líbano e provocaram a violência. Três pessoas morreram e 176 ficaram feridas. A greve geral intensificou a campanha de protestos de rua iniciada no dia 1º de dezembro, quando a oposição armou um acampamento perto do gabinete de Siniora, no centro de Beirute, para exigir poder de veto no governo e eleições parlamentares antecipadas. Siniora e seu principal aliado, Hariri, que lidera a maioria parlamentar, recusam-se a aceitar as exigências.

Uma grande explosão em frente ao hotel Marriott de Islamabad matou ao menos duas pessoas hoje, page segundo testemunhas.

Havia um carro destruído na rua em frente ao hotel. Um jornalista da Reuters viu sangue e pedaços de carne sobre o asfalto.

O presidente dos Estados Unidos, search George W. Bush, remedy autorizou o Exército norte-americano a matar ou capturar agentes iranianos ativos dentro do Iraque, disse hoje reportagem do jornal The Washington Post, citando autoridades do governo e da área de segurança. A medida, aprovada há cerca de dois meses, visa a enfraquecer a influência do Irã na região e forçar Teerã a abandonar seu programa nuclear, disse o jornal, sem identificar as autoridades.

Durante mais de um ano, forças dos EUA detiveram dezenas de iranianos por alguns dias, fotografaram e recolheram impressões digitais de todos os capturados, além de amostras de DNA de alguns deles, disse a reportagem.

Diversos oficiais iranianos foram detidos em três ações norte-americanas no último mês. O embaixador dos EUA no Iraque, Zalmay Khalilzad, disse a repórteres na quarta-feira que os detalhes das acusações contra os detidos serão divulgados ao público nos próximos dias. Ele disse que as tropas estão em busca de "redes" de agentes de segurança que, segundo o embaixador, são a maior forma de envolvimento iraniano no Iraque. Os EUA acusam o Irã de ajudar a armar, treinar e financiar militantes iraquianos, principalmente xiitas.

O Irã está em conflito com os EUA há muito tempo e continua com seus planos de enriquecer urânio, como parte do que afirma ser um programa pacífico de energia. O Ocidente teme que o Irã esteja tentando fabricar armas atômicas.

A nova política é aplicada a agentes de inteligência iranianos e membros da Guarda Revolucionária do Irã que, segundo os EUA, trabalham com milícias iraquianas. A ordem não vale para civis nem diplomatas, disse o jornal. As tropas dos EUA não utilizaram força letal contra iranianos, mas autoridades do governo estão pressionando para os comandantes militares usarem este recurso, disse.

Segundo o jornal, algumas autoridades da comunidade de inteligência, como no Departamento de Estado e no Pentágono, incluindo o diretor da CIA, Michael Hayden, manifestam ceticismo em relação ao plano e dizem que os iranianos podem tentar seqüestrar ou matar pessoal dos EUA no Iraque como retaliação. A secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, apóia o plano como ajuda para manter a pressão no tema nuclear, mas levantou temores sobre o risco de erros e exigiu supervisão das ações, disse o Post.

Ainda de acordo com o jornal, os Departamentos de Defesa e de Estado mandaram questões para o Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca, que se recusou a comentar detalhes do plano. Em resposta a questões sobre autorização para "matar ou capturar," o porta-voz do Conselho, Gordon Johndroe, disse ao Post que "o presidente deixou claro há algum tempo que adotará os passos necessários para proteger americanos no Iraque e interromper atividades que possam atingi-los. Nossas forças têm autoridade fixa, consistente com o mandato do Conselho de Segurança."

Uma explosão em um dormitório estudantil em Moscou estilhaçou janelas, page mas não feriu ninguém, healing informou hoje a agência de notícias Interfax, dosage citando o ministério de Emergências russo.

Mais de mil estudantes foram retirados do prédio de 19 andares no sul de Moscou como precaução, disse a agência, citando o porta-voz do ministério Yevgeny Bobylov. A explosão destruiu janelas em vários andares e provocou danos internos às paredes, disse Bobylov.

Relatos anteriores diziam que ela abriu um buraco em uma parede. Não houve fogo. Especialistas em explosivos tentavam estabelecer a causa da explosão.

Nos últimos meses houve uma série de pequenas explosões em dormitórios estudantis em Moscou. Pelo menos uma das explosões foi provocada por uma pequena bomba caseira, acionada por um estudante como uma brincadeira.

O presidente venezuelano Hugo Chávez ameaçou expulsar o embaixador dos Estados Unidos se ele continuar se intrometendo nos assuntos da Venezuela. A ameaça foi feita após o diplomata ter declarado que o governo venezuelano deveria indenizar as companhias que planeja nacionalizar.

No início do mês, order o presidente esquerdista prometeu uma onda de aquisições, click incluindo de companhias americanas na Venezuela, abalando ainda mais as tensas relações com os EUA.

"Se ele continuar interferindo em problemas venezuelanos que não cabem a ele, mostrando desrespeito aos venezuelanos, então ele pode ser considerado persona non grata e teria que deixar o país", disse Chávez.

Na quinta-feira, o embaixador norte-americano William Brownfield foi citado pela mídia venezuelana dizendo que "todo governo no mundo é obrigado a executar nacionalizações de maneira legal e transparente e oferecer compensações justas e imediatas".

Isso pareceu ser uma resposta a Chávez, que disse no domingo que não daria qualquer compensação pela aquisição da principal companhia de telecomunicações da Venezuela até depois de sua nacionalização e mesmo assim não pagaria um preço baseado em estimativas estrangeiras sobre seu valor.

A Verizon, sediada nos EUA, tem uma participação majoritária na companhia venezuelana de telecomunicações Cantv .

A oposição assumiu ontem o controle do Senado boliviano, this num duro golpe para o governo de Evo Morales, visit this que respondeu anunciando uma maior abertura ao diálogo na Assembléia Constituinte. José Villavicencio, único senador do partido centrista Unidade Nacional (UN), do empresário Samuel Doria Medina, foi eleito presidente do Senado por um ano, sucedendo ao governista Santos Ramírez, após uma semana de votações inconclusivas.

Devido a um sistema que não tem relação direta com os resultados eleitorais, o Movimento ao Socialismo (MAS, de Morales) teve 54% dos votos na eleição de 2005, mas conseguiu só 12 das 27 cadeiras no Senado. A aliança direitista Podemos tem 13 votos. Os outros dois senadores são da UN e do Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR). Na Câmara, o MAS tem uma sólida maioria e reelegeu o deputado Edmundo Novillo como presidente da Casa.

Ramírez, que havia presidido o Senado com apoio da UN e do MNR, disse em entrevista coletiva que o acordo da oposição representa o "renascimento do neoliberalismo", e prometeu uma "firme luta em defesa das transformações que o governo impulsiona". Doria Medina assegurou que a oposição não obstruirá as ações do governo no Senado. "Não estamos para bloquear, e sim para trabalhar de maneira conjunta e levar adiante a mudança, de maneira democrática e com equilíbrio, sem imposições de nenhum lado", disse o empresário à rádio Erbol.

Morales anunciou em entrevista coletiva que aceita a exigência oposicionista de que todos os artigos em debate na atual Assembléia Constituinte sejam aprovados por dois terços dos votos, assim como a própria Constituição resultante. Ele propôs referendos para definir questões sobre as quais não haja consenso entre governo e oposição.

"É um avanço importante, um sinal de flexibilidade que reconhecemos e que nos pode levar ao êxito constituinte", disse o ex-presidente Jorge Quiroga, líder do Podemos.

Doria Medina saudou "uma mudança de atitude do presidente e do MAS, que mostraram flexibilidade, e com isso se acabaram os problemas da Constituinte e se trabalhará num projeto consensual para terminar com a pobreza e as desigualdades no país", afirmou.

Dirigentes do MNR e dos chamados "comitês cívicos" regionais, responsáveis por vários protestos contra o governo nos últimos meses, também elogiaram as concessões feitas por Morales na Constituinte. Até agora, o governo impunha um sistema misto de votações na Constituinte, que alternava maiorias absolutas e maiorias por dois terços.

O MAS tem 142 dos 255 constituintes na Assembléia com a qual Morales pretende refundar o país, por intermédio de medidas "antineoliberais" e "descolonizadoras". A Constituinte deve concluir seus trabalhos até agosto.

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