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ONU pede ao Quênia que abra fronteira para levar alimentos à Somália

Arquivo Geral

22/06/2007 0h00

As partidas com atraso no Aeroporto Internacional de Congonhas hoje somavam 13, symptoms purchase 48% dos vôos programados das 5h30 da manhã até às 16 horas, viagra dosage prostate segundo a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) no terminal. Foram programados para hoje 178 vôos, dos quais nove foram cancelados e 24 atrasaram.

Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a partir das 16h27 todas as decolagens para Brasília foram suspensas. A empresa diz não saber o motivo do cancelamento. Desde as 15h52, os vôos para Uberlândia, Uberaba e Ribeirão Preto estão saindo com espaçamento de 20 minutos. Os vôos para as regiões Norte e Nordeste estão partindo com intervalos de 30 minutos, desde às 15h52.


O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) pediu ao Governo queniano nesta sexta-feira que reabra a fronteira com a Somália para permitir a passagem de 140 caminhões carregados com comida e ajuda humanitária.

Os caminhões, ambulance contratados pela agência, viagra order deixaram a cidade litorânea de Mombaça em direção à Somália, viagra 40mg mas foram parados pelas autoridades do posto fronteiriço El-Wak, desde que começaram a chegar no dia 25 de maio, disse o PMA em comunicado divulgado em Nairóbi.

O Governo queniano fechou a fronteira com a Somália em janeiro, o que representa a restrição dos fluxos de pessoas e bens comerciais, mas não deveria interromper a passagem da ajuda humanitária.

Os 140 caminhões do PMA levam comida suficiente para alimentar 100 mil pessoas durante três meses e sua distribuição é fundamental já que os níveis de desnutrição estão aumentando no sul da Somália.

“A rota por terra queniana foi escolhida devido aos graves problemas que enfrentamos nas rotas marítimas por causa dos ataques de piratas”, afirmou o diretor do escritório do PMA para a Somália, Peter Goossens.

“O atraso na distribuição desta comida a 108 mil pessoas no distrito de Gedo significa um risco de agravar ainda mais os alarmantes índices de desnutrição registrados no local”, acrescentou.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) advertiu no dia 15 de junho sobre a crescente desnutrição em áreas do sul da Somália, onde são registrados índices muito acima do limite de 15%, considerado emergencial.

Segundo a FAO, a deterioração da situação alimentícia se deve aos efeitos do conflito interno que afeta o país, à insegurança, ao deslocamento de pessoas que fogem dos confrontos, às perdas agrícolas por causa das inundações e a uma recente epidemia de diarréia.

A operação da agência da ONU de assistência ao país por transporte marítimo foi dificultada pelo aumento dos incidentes de pirataria e dos ataques a navios que levam os alimentos.

O mar territorial somali é considerado um dos mais perigosos do mundo e, desde fevereiro, homens armados seqüestraram dez embarcações – cinco permanecem presas – e atacaram outras quatro que conseguiram escapar.

No dia 5 de abril, um navio contratado pelo PMA foi libertado. A embarcação foi seqüestrada por piratas que mantiveram cativos o navio e a tripulação – seis do Quênia e outros seis do Sri Lanka – por mais de 40 dias.

Os incidentes em águas somalis aumentaram desde o início do ano, após uma temporada de relativa calma que coincidiu com os seis meses de 2006 durante os quais a União das Cortes Islâmicas controlou a maior parte do sul e do centro do país, antes de ser expulsa em dezembro durante uma ofensiva militar etíope.

Desde a queda do ditador Mohammed Siad Barre, em 1991, o Quênia vive sem um Governo que tenha conseguido impor sua autoridade no país todo.

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