Em sua resolução, o conselho proíbe a importação e a exportação de armas à Eritreia e pede aos países-membros da ONU que inspecionem toda a carga aérea e marítima suspeita que circular entre a nação e a Somália.
Dos 15 países-membros do conselho, a China se absteve na votação e a Líbia votou contra.
Além disso, os 15 Estados impuseram uma proibição de viagem aos indivíduos, incluindo políticos e militares eritreus, que violarem o embargo ou obstruírem qualquer possível acordo com o Djibuti.
O texto aprovado estipula o congelamento de ativos financeiros a indivíduos, Governos e companhias privadas responsáveis por atos de violência ou terrorismo contra outros Estados ou cidadãos da região.