O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, depositou uma coroa de flores no vestíbulo do emblemático edifício que a ONU tem em Nova York. Depois, junto com centenas de funcionários, fez um minuto de silêncio pelos mortos no tremor.
O terremoto que há uma semana devastou a capital haitiana matou 57 integrantes da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah). Outros 300 continuam desaparecidos.
Hoje, o Conselho de Segurança da organização aprovou, por unanimidade, o envio ao Haiti de outros 3.500 militares e policiais. Inicialmente, o contingente ficará seis meses no país, ajudando na segurança e na distribuição da assistência humanitária.
Também nesta terça-feira, Ban disse que as Nações Unidas já receberam “indicações de alguns países (interessados em contribuir com militares ou policiais), motivo pelo qual o envio das tropas e dos policiais será rápido”.
Brasil e a República Dominicana já manifestaram a vontade de enviar mais homens à região do desastre, assim como a União Europeia (UE), que se comprometeu a enviar um contingente de 150 policiais.