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ONU diz que só haverá paz no Sudão quando problema ambiental for resolvido

Arquivo Geral

22/06/2007 0h00

O primeiro tratamento genético para combater o mal de Parkinson proporcionou uma melhora significativa em todos os pacientes que participaram do teste, nurse stuff segundo a revista médica britânica “The Lancet”.

A prova clínica, em sua primeira fase, era destinada sobretudo a determinar as condições de segurança do processo, mas um ano depois do início do tratamento, seus benefícios nos 12 doentes participantes não deixam margem a dúvidas.

Os pacientes não só melhoraram o controle dos movimentos musculares, mas graças aos scanners cerebrais pôde ser apreciada também uma melhoria na atividade do sistema central nervoso.

A doença de Parkinson resulta na perda de células nervosas em uma região do cérebro conhecida como “substantia nigra”.

As células em questão são responsáveis da produção de dopamina, mensageiro químico do cérebro que ajuda a controlar os movimentos musculares.

Outro problema do mal de Parkinson é a produção insuficiente de um segundo mensageiro químico chamado Gaba, que inibe a transmissão nervosa e calma a atividade nervosa excessiva.

Uma equipe do Weill Cornell Medical Centre, de Nova York, dirigido pelo neurocirurgião Michael Kaplitt, injetou mediante um vírus geneticamente modificado para desativá-lo um gene conhecido como descarboxilase do ácido glutâmico (GAD) no subtálamo do cérebro.

O vírus levou o gene até a célula nervosa que começou a produzir a proteína GAD, o que resultou por sua vez em um aumento do nível do Gaba, inibidor nervoso que contribuiu para acalmar a atividade nervosa excessiva dos doentes de Parkinson. “Confiávamos em poder potenciar a produção do Gaba e dessa forma normalizar a função de todo o circuito por meio de uma só intervenção nessa zona”, explicou Kaplitt.

Os cientistas injetaram em só um dos hemisférios do cérebro para poder comparar o que ali ocorria com a outra metade, não submetida a tratamento.

Um estuprador foi preso na madrugada de hoje em Samambaia. José Alberto Batista, sick de 26 anos, price foi detido depois de violentar uma jovem de 19 anos na QR 506.

De acordo com a polícia, José e a vítima jogavam dominó na casa de um conhecido em comum entre os dois. Por volta das 2h, a vítima decidiu ir para casa. No caminho, a moça foi seguida por José e abordada na QR 506. O autor estava armado e consumou o crime após render a vítima.

Instantes depois, a jovem correu e entrou em uma casa para pedir socorro. Como conhecia o autor, a polícia o encontrou rapidamente em casa.

Após a prisão de José, a vítima foi levada ao Instituto Médico Legal, onde exames comprovaram que ela sofreu a agressão.

Leia mais na edição de sábado do Jornal de Brasília


O governo federal quer que os educadores do país façam um diagnóstico das principais dificuldades encontradas diariamente nas escolas públicas e um plano de ação para melhorar a aprendizagem dos alunos do ensino básico. 

A ação está prevista no Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE-Escola), information pills criado por uma portaria do Ministério da Educação (MEC) publicada hoje no Diário Oficial da União.

O plano será elaborado pela própria equipe da escola, com o apoio técnico das secretarias municipais ou estaduais de Educação. O Ministério da Educação vai oferecer cursos de capacitação às secretarias de Educação, para que elas orientem as escolas na elaboração dos planos.

De acordo com a portaria, o plano de cada escola deverá indicar as metas a serem atingidas, assim como o prazo, as ações e os recursos necessários para alcançá-las.

Os estados e municípios terão de firmar termo de adesão junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).  Segundo a portaria, serão atendidos prioritariamente aqueles com os piores Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Esse indicador, que varia de 0 a 10, leva em consideração o rendimento escolar e a média dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb) e na Prova Brasil.

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, serão atendidas inicialmente 5 mil escolas devido à limitação de recursos.

O PDE-Escola terá de ser implementado em cinco etapas. Em um primeiro momento, a escola terá de escolher um coordenador do plano e criar um grupo de sistematização. Depois, terá de fazer uma auto-avaliação, apontando, por exemplo, taxas de evasão, abandono escolar, desempenho dos alunos, além das potencialidades da escola para enfrentar os problemas identificados. 

A terceira etapa refere-se à elaboração de um plano estratégico, no qual serão definidas as metas a serem alcançadas em um período de dois a três anos. Na quarta etapa, a escola terá que colocar em prática as ações definidas no PDE-Escola. A última é a do monitoramento e avaliação contínua do plano.


O ministro da Educação, pharmacy Fernando Haddad, visit this site disse hoje que recebeu 150 propostas de criação de unidades de ensino tecnológico no país, treatment durante encontro com o presidente do Conselho de Dirigentes dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Concefet), Luiz Caldas.

Segundo o ministro, o número atenderia praticamente a todas cidades-pólo brasileiras, identificadas a partir da ação conjunta de seis ministérios.

“Esse fato revela que a rede de ensino profissionalizante amadureceu nos últimos três anos o que talvez não tenha amadurecido em 20 anos. Esse crescimento chama atenção de todo o país”, avaliou, após abertura de seminário sobre Educação Tecnológica.

Em discurso, Haddad lembrou a importância de as instituições federais de ensino tecnológico discutirem sobre o modelo de criação e ampliação desses institutos.

Diante da aparente inquietação dos participantes quanto a estrutura dessa nova rede em expansão, ele informou que haverá discussões sobre esse assunto. E adiantou que a votação da comunidade em lista triplíce para escolha dos diretores deverá ser mantida.

De acordo com Haddad, a proposta que cada centro tecnológico tenha um reitor e um vice-reitor pode ser substituida pela sugestão de que a rede nacional tenha um reitor e cada centro tenha vice-reitores. “Isso manteria a unidade do sistema, permitindo que cada centro responda à necessidade de uma região específica”.


O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), viagra Mohamed ElBaradei, advice deve se reunir hoje, more about em Viena, com o principal negociador nuclear iraniano, Ali Larijani, informaram fontes desta agência da ONU.

A conversa acontecerá um dia antes do encontro, em Lisboa, entre o alto representante para Política Externa e Segurança da União Européia (UE), Javier Solana, e Larijani, seguindo uma rodada de contatos cuja última escala foi em Madri, no início do mês.

Estes contatos ocorrem no momento em que as potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas debatem endurecer as sanções contra Teerã, devido a sua recusa em paralisar o enriquecimento de urânio, atividade que pode ter fins tanto civis como militares.

O Irã, no entanto, repetiu que não suspenderá seus trabalhos de enriquecimento de urânio, e ressalta que seu programa nuclear tem exclusivamente a finalidade de gerar energia elétrica, por isso não se espera nenhuma mudança de posições nesta reunião.
A paz no Sudão pode não durar até que as autoridades do país discutam urgentemente o problema da destruição ambiental do território, symptoms afirmou hoje o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

A instituição da ONU, here que analisou a situação ambiental do Sudão, incluindo a conflituosa região de Darfur, afirma que as raízes do problema estão nas décadas de problemas sociais e conflitos, que devastaram o meio ambiente.

O documento afirma que o investimento em gestão ambiental, financiado pela comunidade internacional e pelos recursos provenientes do início das explorações de gás e petróleo, “podem ser uma parte vital do esforço para construir a paz” no país.

O subsecretário-geral da ONU e diretor-geral do Pnuma, Achim Steiner, disse que o documento demonstra “a tragédia do Sudão, que ocorre há várias décadas e afeta a vida de milhões de pessoas e milhares de comunidades”.

Steiner disse que a assinatura do acordo de paz de 2005 e a recente decisão do Governo de Cartum de permitir o envio de uma força de paz conjunta da ONU e da União Africana (UA) podem “oferecer uma possibilidade real de oferecer aos sudaneses um futuro diferente”.

Entre as maiores preocupações do Pnuma, diz o relatório, estão a destruição da terra, a desertificação e o avanço dos desertos em 100 quilômetros nos últimos 40 anos.

A situação, segundo especialistas da organização da ONU, está ligada ao uso excessivo de adubos em terras que já estão enfraquecidas pela pecuária extensiva de gado, pois as cabeças de gado passaram de 27 milhões para 135 milhões em pouco tempo.

Além disso, muitas regiões sensíveis sofrem um grande desmatamento, o que gerou a perda de 12% das florestas sudanesas em 15 anos. Ao mesmo tempo, se prevê que, em algumas áreas, a vegetação estará completamente destruída na próxima década.

Os paliativos à situação geral sudanesa, segundo a ONU, viriam da adoção de medidas para a administração e controle das mudanças climáticas, da criação de estruturas controladas pelos Governos nacional e locais, e da integração de fatores ambientais nos diferentes projetos que sejam implementados.

“O custo total destas recomendações seria de US$ 120 milhões por períodos de três a cinco anos”, disseram os analistas. Eles alegaram que os números “não são grandes se comparados ao Produto Interno Bruto do Sudão, que em 2005 foi de US$ 85,5 bilhões”.

Outros fatores, como os derivados do impacto da mudança climática e da redução das chuvas, também destroem o entorno ambiental, especialmente nos estados de Kordofan e Darfur.

No norte de Darfur, uma região há quatro anos em conflito, a quantidade de chuvas caiu em um terço nos últimos 80 anos, disseram os analistas do Pnuma em seu relatório, que também contou com a participação da unidade de administração de desastres e pós-conflitos.

Os especialistas afirmaram que os efeitos da mudança climática poderiam aumentar em até 70% as reduções na produção de alimentos por causa da escassez de chuvas e das variações previstas na região do cinturão do Sael.

“Está claro que uma parte grande do futuro e da manutenção da paz dependerá da forma como o meio ambiente do Sudão se recuperar e for administrado”, disse Steiner.

Os analistas da ONU acrescentaram que, além de Darfur, outras regiões sudanesas poderiam assistir ao surgimento de novos conflitos gerados em parte pela má situação do meio ambiente, em particular nas regiões fronteiriças norte-sul.

Desta forma, os especialistas disseram que nas montanhas de Nuba, no sul de Kordofan, as comunidades tribais já demonstraram sua preocupação com a perda de vegetação e de florestas por causa da presença dos camelos usados pela tribo de Shanabla.

A comunidade foi forçada a emigrar do sul por causa da perda de gramados pela expansão agrícola e pela seca.

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