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Mundo

ONU diz que mais de 10 mil fugiram da Somália em três dias

Arquivo Geral

01/04/2007 0h00

Eles foram mostrados separadamente, order remedy com uniformes militares. Eles falaram para a câmera, unhealthy mas suas vozes não foram transmitidas, unhealthy um locutor afirmava que ambos confessaram ter invadido águas iranianas.

Em um mapa com a região do Golfo Pérsico, eles apontam local onde foram capturados.  A acusação do governo iraniano é de que os militares teriam entrado ilegalmente nas águas territoriais do país.

O governo inglês, por sua vez, nega o incidente. Des Browne, ministro da Defesa do Reino Unido, afirmou hoje que seu governo está em “comunicação direta” com Teerã em busca da libertação dos soldados, que são 15 ao todo.


O Alto Comissionado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) divulgou um dado alarmante: cerca de 10 mil pessoas fugiram da cidade de Mogadíscio somente nos últimos três dias.

A fuga em massa ocorre devido aos confrontos civis na capital da Somália entre soldados etíopes e somalis contra rebeldes. Líderes de clãs e extremistas islâmicos pediram uma trégua, clinic mas centenas de soldados etíopes estariam chegando na cidade, clinic segundo testemunhas, treatment e não houve diminuição do conflito.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que é a pior onda de combates na capital costeira em mais de 15 anos. O porta-voz do Acnur, William Spindler, disse que em março mais de 56 mil pessoas deixaram a capital, principalmente após o dia 21 desse mês, e 96 mil estão desabrigados.

Tanques etíopes e helicópteros armados atacavam áreas rebeldes, enquanto rebeldes islâmicos e soldados de milícias de clãs contra-atacavam com metralhadoras, mísseis e granadas disparadas por foguetes.

Apesar dos combates, o governo interino da Somália ainda acredita que uma reunião de reconciliação entre líderes de clãs, políticos e líderes de milícias vá acontecer na data marcada de 16 de abril. É a 14a tentativa de restaurar um poder central na Somália desde 1991, quando o chamado Chifre da África afundou na anarquia, depois da queda do ditador Mohamed Siad Barre.


 


 

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