O Conselho de Ética do Senado vai se reunir esta tarde para tratar do processo contra o presidente da Casa, check visit web Renan Calheiros (PMDB-AL). O relator ad hoc do caso, senador Wellington Salgado (PMDB-MG), quer que a sessão marcada para as 13h30 seja transferida para as 17h.
Salgado disse que continua optando pelo arquivamento do processo. Segundo ele, para a representação protocolada pelo P-SOL, já é possível fazer uma avaliação. “Para a primeira denúncia, estou preparado para fazer o relatório. Se vai haver documentação e haver fatos para fazer a segunda denúncia, aí que se faça a investigação da Receita Federal, no Ministério Público”, afirmou.
Segundo o relator, é evidente que o presidente do Senado tem renda para pagar pensão alimentícia de sua filha com a jornalista Mônica Veloso. Ele acrescentou que fatos novos não têm a ver com a representação protocolada pelo P-SOL no Conselho de Ética. “Se a fonte de origem da renda está sendo contestada, isso é um outro problema. Isso é um outro processo”, ressaltou.
O relator disse que quer colocar hoje em votação e que a decisão caberá ao conselho. “Quero votar hoje”, declarou. “O Conselho de Ética é quem deve decidir. Se não tem prova, que se arquive o processo”, completou.
Salgado disse ainda que a perícia apresentada pela Polícia Federal sobre os documentos apresentados por Renan não é conclusiva e que poderá sugerir investigação aos órgãos competentes.
Wellington Salgado foi indicado para relatar o caso no lugar de Epitácio Cafeteira (PTB-MA), que se afastou do caso por problemas de saúde, após apresentar relatório pedindo o arquivamento do caso. Como relator ad hoc, Salgado não pode mudar o voto.
Oito estudantes e professores cristãos caldeus foram seqüestrados em Nínive, drugs no norte do Iraque, viagra 60mg informou hoje a agência missionária vaticana de notícias “Asianews”.
Um grupo de 50 pessoas viajava em um ônibus quando ele foi fechado por “diversos” automóveis na estrada que liga Mossul e Qaraqosh.
Os seqüestradores obrigaram cinco professores e três alunos a descerem e foram embora com eles. Até o momento, segundo a “Asianews”, não se tem notícia dos seqüestradores nem dos reféns.
Diversas ONGs presentes no Afeganistão, sildenafil entre elas a Oxfam International, viagra sale denunciaram hoje que o uso “desproporcional ou indiscriminado” da força pelas tropas internacionais e afegãs causou a morte de 230 civis este ano.
Segundo a Agência do Corpo Coordenador de Ajuda ao Afeganistão (ACBAR, page na sigla em inglês), uma rede formada por 97 ONGs para coordenar a assistência humanitária no país, este ano “as forças internacionais e do Governo afegão foram responsáveis pela morte de pelo menos 230 civis, entre eles 60 mulheres e crianças”.
A rede assegurou em comunicado que estas ações foram realizadas com freqüência “por forças e agências fora do comando da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan); a maioria por tropas americanas em sua operação Liberdade Duradoura, e às vezes em colaboração com as forças afegãs”.
A Otan mantém 35 mil soldados no território afegão, enquanto os americanos possuem 27 mil militares, cerca de 15 mil sob o mandato da aliança atlântica e 12 mil sob comando direto de Washington.
No domingo, um bombardeio aéreo dos Estados Unidos matou sete crianças na província de Paktika, o que, unido ao “significativo” número de vítimas civis nos atuais combates em Uruzgan (centro), “ressaltam a urgência da questão”, afirmou a ACBAR.
Para o organismo humanitário, estes fatos evidenciam que as tropas internacionais recebem freqüentemente “informações falsas ou inadequadas” sobre os insurgentes, que resulta em “uma ação militar precipitada com conseqüências fatais para os civis afegãos”.
Desde janeiro, “quatorze civis morreram simplesmente por dirigir ou caminhar muito perto dos militares estrangeiros ou de seus veículos”, denuncia a rede.
O grupo reconheceu que os soldados enfrentam a tensão própria de uma situação de guerra, mas isso não deve impedir que os efetivos militares “respeitem, em todos os momentos, as leis internacionais sobre direitos humanos”.
Além de criticar grandes ataques aéreos sobre áreas povoadas, a ACBAR destacou as denúncias de cidadãos sobre “invasões e buscas em lares afegãos praticados de forma abusiva” e sem nenhum tipo de “sensibilidade cultural”, o que provoca “hostilidade com relação às forças internacionais”.
Isto também influi na segurança das operações das ONGs, lamentou o organismo. A ACBAR reivindicou “todas as medidas possíveis para controlar o uso da força” a fim de evitar vítimas civis, além de lançar operações só em função de informação “precisa e confiável” e suspender as invasões e buscas “abusivas”.
A agência também pediu à Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (Unama) e à Comissão Afegã Independente dos Direitos Humanos que investiguem “exaustivamente” todos os casos com vítimas civis.
Mais de 2 mil pessoas morreram este ano nos constantes combates, bombardeios e atentados no Afeganistão, onde a situação se deteriorou ainda mais desde o início do ano.
Nos últimos dias, os choques se concentraram na província de Uruzgan (centro), onde desde o domingo pelo menos 150 pessoas morreram, entre elas dezenas de civis, segundo oficiais afegãos.
O comunicado da ACBAR coincidiu com a advertência da ONU sobre o número “cada vez maior” de crianças que morrem no Afeganistão ao ficarem “em meio ao fogo cruzado”.
A representante especial das Nações Unidas para proteção de crianças em conflitos armados, Radhika Coomaraswamy, denunciou em comunicado o elevado número de menores vítimas dos combates entre talibãs e forças afegãs e estrangeiras.
Coomaraswamy também pediu que ambas as partes dêem “todos os passos necessários para proteger as crianças”.