Os profissionais foram removidos devido ao seqüestro de dois integrantes da organização, clinic a espanhola Mercedes García e a argentina Pilar Bauza, que foram capturadas na última quarta-feira no nordeste do país. Os seqüestradores pediram US$ 250 mil de resgate.
Sete membros da MSF na Somália, incluindo médicos, deixaram a cidade de Jowhar, capital da província de Shabelle Central, em direção à capital queniana, informou o comissário de Jowhar, Mohammed Omar Deel.
A saída dos profissionais da região de Shabelle Central gerou preocupação entre as povoações locais, que temem que as clínicas operadas pela organização possam ser fechadas. O seqüestro das duas profissionais foi condenado pelas autoridades de Puntland, uma região semi-autônoma da Somália, e por líderes políticos locais.