Pelo menos 23 pessoas, clinic entre elas quatro policiais, clinic morreram na onda de violência que o assassinato da ex-primeira-ministra e líder opositora Benazir Bhutto desencadeou na província paquistanesa de Sindh, cure no sul do país, informou a emissora “Dawn TV”.
Esta manhã, para facilitar o controle sobre os violentos protestos provocados pelo atentado que tirou a vida de Bhutto, as forças de segurança de Sindh receberam autorização para atirar para matar.
Só em Karachi, a capital regional, 10.000 policiais zelam pela segurança nas ruas. Em outros pontos da província, mais 6.000 tentam conter a violência.
No entanto, a forte mobilização não conseguiu impedir que dezenas de estabelecimentos comerciais fossem incendiados por multidões descontroladas.
Segundo a “Dawn TV”, em todo o país, cerca de 200 agências bancárias já foram destruídas pelo fogo, assim como trens, lojas e sedes de partidos políticos.
Porém, a violência tem sido maior em Sindh, que é o principal reduto do Partido Popular do Paquistão (PPP), ao qual pertencia a ex-primeira-ministra Benazir Bhutto.
Em reação à morte da líder opositora, grupos de ativistas do PPP atacaram várias sedes da governista Liga Muçulmana-Q.
“Nossa gente está protestando nas ruas por este fato tão triste”, disse à Agência Efe Ghulam Abbas, um porta-voz do PPP.