“A princípio, buy information pills contabilizamos uma proporção maior de casos severos no México que em qualquer outro lugar, nurse mas, à medida que obtivemos mais dados, conseguimos comprovar que a proporção é muito semelhante”, disse, em entrevista coletiva, Nikki Shindo, especialista em gripe da OMS.
Shindo disse que a porcentagem de doentes mexicanos que tiveram que ser hospitalizados continua em 10%.
Além disso, disse que, segundo os dados disponíveis, a taxa de mortalidade no México continua em 4%.
A doutora expressou duas preocupações principais: identificar porque jovens adultos previamente saudáveis adoeceram de forma severa, e a possibilidade de que o vírus A (H1N1) se combine com outros vírus de gripe comum e se torne resistente no hemisfério sul.
“É estranho e diferencia este vírus do comum o fato de que tenham adoecido de forma severa jovens adultos saudáveis e mulheres grávidas, estamos investigando o porquê”.
De acordo com Shindo, no hemisfério sul, o vírus sazonal é mais resistente do que no norte, por isso o temor de que o vírus da gripe suína possa se fortalecer.
A doutora enfatizou que, neste estágio, o número de casos não é mais relevante, mas se essas infecções foram locais ou por contato direto com um doente.
A OMS justifica o fato de que não ter subido o nível de alerta para seis, do atual cinco, porque não se comprovou infecção local em outra região diferente da América do Norte.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.