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Olmert vê eixo moderado árabe contra o Irã

Arquivo Geral

16/10/2006 0h00

A Itália se tornou o primeiro país europeu a adotar um sistema da Microsoft para combater a pornografia infantil na Internet, order medicine algo que o governo e a companhia acreditam que todo o continente está pronto para acolher.

Durante conferência com a imprensa hoje, cost a unidade de comunicações especiais da polícia italiana declarou que o Sistema de Rastreamento de Exploração Infantil (CETS, na sigla em inglês), já está em uso no Canadá e na Indonésia, vai acelerar suas investigações sobre pornografia na Internet em 80%.

"Em essência, queremos combater grupos de pedofilia com uma rede internacional de cyber-polícia", afirmou o chefe do esquadrão de comunicações da polícia, Domenico Vulpiani.

A Microsoft desenvolveu o sistema depois que um policial canadense escreveu à companhia buscando ajuda sobre o que investigadores afirmam ser um segmento de crime em constante crescimento e que vitima jovens usuários de Internet.

Um porta-voz da gigante de softwares disse que a Grã-Bretanha e a Espanha devem adotar o sistema, um banco de dados para ajudar investigadores a vasculharem sites suspeitos e comunicações eletrônicas, nos próximos meses e que outros cinco países europeus não estão muito atrás.

A Microsoft investiu US$ 7 milhões no desenvolvimento do sistema e está oferecendo a tecnologia sem custos para os governos.

A escalada das cotações internacionais do petróleo chegou aos US$ 60 por barril hoje, information pills após notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) convocou uma reunião de emergência para definir um corte na sua produção.

Em Nova York, os contratos com entrega em novembro avançaram US$ 1,43 e finalizaram a US$ 60 por barril, o maior patamar desde terça-feira.

Em Londres, o tipo Brent também com vencimento em novembro terminou o dia com valorizaçã o de US$ 0,44, negociado a US$ 59,96 por barril.

Membros da Opep provavelmente se reunirão na quinta-feira no Catar para concluir um acordo de corte de um milhão de barris diários na produção do grupo, na tentativa de conter o acelerado recuo dos preços. Em julho, as cotações chegaram ao pico histórico de US$ 78,40 por barril.

De lá para cá, os preços do petróleo têm exibido queda por conta de elevados estoques nos Estados Unidos e de preocupações de que o crescimento econômico possa desacelerar e comprometer a demanda.

A Opep, que fornece cerca de um terço do petróleo do mundo, vem discutindo há duas semanas sobre a redução em sua produção, que atinge 28 milhões de barris por dia em termos oficiais, mas fica em 27,5 milhões de barris por dia na prática.

Muitos países-membros do grupo têm fornecido acima de suas cotas individuais para atender ao crescimento da demanda global.

No entanto, a Indonésia e a Venezuela estão abaixo de suas metas e o Irã tem encontrado dificuldades em alcançar seu alvo, condições que levam esses países a relutar contra a decisão de produção menor.

O cartel reduziu sua previsão para demanda por petróleo no último trimestre de 2006, conforme um relatório do grupo divulgado no início de outubro, sugerindo que a queda nos preços deva continuar.

De acordo com alertas feitos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), information pills algumas áreas de instabilidade podem causar fortes chuvas no Distrito Federal e em dez estados brasileiros, store desta segunda a terça-feira, segundo alerta da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).

A previsão vale para o Distrito Federal, o oeste da Bahia, sul do Maranhão, sul do Piauí e áreas de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A chuva poderá ser acompanhada de descargas elétricas e fortes rajadas de vento. A recomendação é para que moradores das áreas atingidas evitem a permanência em áreas de alagamento ou deslizamento de terra.

 


O primeiro-ministro de Israel, prescription Ehud Olmert, healing disse hoje ver o surgimento de um eixo pacífico unindo o seu país a nações árabes moderadas para conter as ameaças de um Irã nuclear e de militantes islâmicos.

Em discurso ao Parlamento, Olmert chamou o primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, para um encontro face a face, algo que Siniora prontamente rejeitou, e voltou a manifestar a disposição de conversar com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.

"Há numerosas vozes no mundo árabe falando em favor de um acordo de paz (com Israel)", disse Olmert. "Estou contente por um eixo moderado de países do mundo árabe ter sido criado e querer participar do bloqueio à influência do Irã na região. A ameaça iraniana está voltada não só contra Israel e o mundo livre, mas também contra os países árabes ao redor de nós".

Olmert reiterou que, se o Irã desenvolver armas nucleares, representará uma "ameaça existencial" ao Estado judeu, cuja destruição já foi proposta pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

"Israel está cooperando com a comunidade internacional para evitar isso. Esta é uma encruzilhada para toda a comunidade internacional e ela tem o dever de impedir o Irã de obter capacidade nuclear", afirmou, acrescentando que o recente teste nuclear da Coréia do Norte "demonstra o perigo".

O Irã diz que seu programa nuclear é pacífico e se recusa a suspender as atividades de enriquecimento de urânio. Israel, supostamente a única potência nuclear do Oriente Médio, quer que EUA e outros países ocidentais liderem a confrontação com o Irã.

Amanhã Olmert viaja à Rússia, onde promete fazer da questão iraniana o principal tema de suas conversas com o presidente Vladimir Putin. Moscou reluta em aceitar sanções da ONU ao Irã.

No discurso de abertura da sessão de inverno do Knesset (Parlamento), Olmert disse esperar que Siniora aceite sua proposta de "conversas diretas para trazer a paz aos nossos povos". Em setembro, após a guerra de 34 dias entre Israel e o Hezbollah, Olmert disse ter feito várias tentativas malsucedidas de negociar com Siniora.

O primeiro-ministro libanês rejeitou o novo apelo, propondo ao invés disso que Israel aceite a iniciativa saudita de 2002 que previa a paz em troca da desocupação israelense dos territórios ocupados em 1967.

Em nota, o gabinete de Siniora disse que o Líbano mantém a sua disposição de ser o último país árabe a assinar um tratado de paz com Israel.

Olmert também manifestou intenção de conversar com o moderado Abbas, atualmente envolvido em uma disputa de poder na Autoridade Palestina com a facção islâmica Hamas.

Ele se disse disposto a aproveitar "qualquer brecha, qualquer possibilidade de manter negociações que levem a um diálogo real com representantes responsáveis do povo palestino", mas insistiu que o principal é a libertação de um soldado israelense sequestrado em junho por militantes palestinos na Faixa de Gaza.

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