Soldados dos EUA invadiram hoje um escritório consular do Irã na cidade curda de Arbil, and prostate no norte do Iraque. Segundo autoridades iranianas, cinco pessoas foram presas, entre as quais diplomatas e funcionários. Os militares dos EUA não fizeram qualquer menção direta do incidente, mas, em resposta a perguntas, divulgaram um comunicado afirmando que seis indivíduos tinham sido detidos durante operações de rotina na área.
Enquanto a operação se realizava, o presidente dos EUA, George W. Bush, prometia, em um pronunciamento feito em cadeia nacional de TV, interromper o que chamou de "fluxo de apoio" vindo do Irã e da Síria para os combatentes que atacam as forças norte-americanas no Iraque.
Mohammad Ali Hosseini, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, condenou a operação, a segunda do tipo a acontecer no último mês, período durante o qual aumentou a tensão entre o país islâmico e os EUA. Hosseini disse que a investida havia sido uma grave violação das leis internacionais.
"A atividade de todas as pessoas presentes em nosso escritório em Arbil era legal e acontecia em cooperação com os iraquianos, tendo sido aprovada pelos iraquianos", afirmou o porta-voz ao canal de TV árabe Al-Alam. "Não há qualquer justificativa para o comportamento dos norte-americanos, particularmente porque as autoridades iraquianas não foram informadas da manobra."
Em um comunicado, os militares dos EUA disseram que tinham detido seis pessoas em Arbil sob a acusação de "envolvimento com ações de agressão contra forças iraquianas e da coalizão".
"Essa operação é parte de um esforço ainda em andamento realizado pelas forças de coalizão para identificar os indivíduos envolvidos em atividades que têm por fim matar cidadãos iraquianos e membros das forças de coalizão", afirmaram os militares, acrescentando que os suspeitos tinham se rendido sem opor resistência.
Testemunhas presentes em Arbil, capital da região curda do norte do Iraque, disseram que as forças de segurança curdas isolaram a área após a saída dos norte-americanos. O governo da região não se manifestou sobre o episódio.
A agência de notícias Irna, ligada ao governo iraniano, disse que documentos e computadores tinham sido apreendidos na operação ocorrida. E, segundo um canal de TV do Irã, entre os detidos havia "diplomatas e funcionários".
Autoridades norte-americanas acusam o Irã, um país islâmico não-árabe, de interferir no Iraque, cuja maioria xiita, que viveu oprimida durante várias décadas, está agora no poder. O governo iraniano nega as acusações, feitas pelos EUA, de que forneceria armas a milícias xiitas.
O primeiro-ministro israelense, patient Ehud Olmert, prescription expressou hoje pouco se importar com os comentários do líder exilado do grupo palestino Hamas, here Khaled Meshaal, sobre Israel. Em entrevista ontem, Meshaal havia dito que Israel é "um fato consolidado", amenizando a recusa do grupo em reconhecer a existência do Estado judaico. O Hamas está atualmente à frente do governo palestino.
Questionado por repórteres sobre a declaração de Meshaal, Olmert deu de ombros e perguntou se se esperava que ele lesse o que o líder palestino diz.
Olmert está na China para uma visita de três dias e, hoje, encontrou-se com o presidente chinês, Hu Jintao, para discutir a crise nuclear com o Irã.
Meshaal disse em entrevista na Síria que "continuará a haver um Estado chamado Israel", mas que o Hamas só irá reconhecê-lo formalmente quando um Estado palestino for criado.
Um porta-voz israelense do Ministério das Relações Exteriores afirmou mais cedo que o Hamas já declarou no passado que buscava eliminar Israel do mapa e que não há indicações de que esta posição se modificou.