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Mundo

Ofensiva de Israel no Líbano mata 66 civis e fere 200

Arquivo Geral

14/07/2006 0h00

Tanto Israel quanto o Hizbollah precisam parar de atacar alvos civis em meio a um conflito cada vez mais intenso, erectile adiposity  afirmaram hoje importantes autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU), salve pedindo moderação.

Jan Egeland, principal coordenador das ações de ajuda humanitária da entidade, afirmou que as forças israelenses e os militantes islâmicos no Líbano e na Faixa de Gaza mostraram pouca consideração pelas crianças e pela população.

Ao mesmo tempo em que classificou a resposta israelense de "maciça e desproporcional", Egeland disse que os responsáveis pela captura de soldados de Israel e o disparo de foguetes de fabricação caseira contra o Estado judaico a partir do Líbano e da Faixa de Gaza também agiram de forma irresponsável.

"Parece que eles querem provocar uma resposta e não se importam nem um pouco que as crianças, as mulheres e os civis sofram as consequências", declarou, em entrevista coletiva concedida em Genebra.

Cerca de 63 pessoas morreram, em sua maioria civis, e ao menos 165 ficaram feridas desde que a guerrilha Hizbollah prendeu dois soldados israelenses e matou outros oito, na quarta-feira passada. As ações detonaram o bombardeio mais intenso realizado por Israel sobre o Líbano nos últimos dez anos.

A violência ocorreu simultaneamente à incursão militar de Israel na Faixa de Gaza, iniciada no mês passado para resgatar outro soldado israelense capturado na região e interromper o lançamento de foguetes por palestinos.

Egeland criticou Israel por destruir a infra-estrutura civil, incluindo a principal usina de força da Faixa de Gaza e o aeroporto de Beirute. Segundo ele, essas ações depositavam um fardo injustificado sobre os moradores da região.
O presidente iraniano, no rx Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que Israel não ousaria atacar o Irã, segundo noticiou uma televisão estatal. Israel passou a bombardear o Líbano depois que dois soldados israelenses foram capturados na fronteira libanesa.

O Irã negou a sugestão feita por Israel de que as guerrilhas Hizbollah, que contam com o apoio de iranianos e sírios, poderiam levar os soldados israelenses para território iraniano. O Hizbollah capturou os militares na quarta-feira, em uma operação na qual outros oito soldados israelenses morreram.

"O regime sionista não ousa lançar um olhar com más intenções para o Irã", disse o presidente, segundo a TV. Ahmadinejad usou a expressão empregada pelo Irã para referir-se a Israel, país cuja existência não reconhece.

O dirigente iraniano falou ontem sobre uma "resposta feroz" caso o Estado judaico ataque a Síria. Ahmadinejad disse que interpretaria uma ação desse tipo como um ataque contra toda a comunidade islâmica.

O líder, que já pediu que Israel fosse "varrido do mapa" e descreveu o Holocausto como um mito, pediu ao Ocidente que pare de dar apoio a um "Estado terrorista". "Ao agir assim, os senhores dividem a responsabilidade pelos crimes deles (de Israel)", afirmou.

Mais de 60 civis foram mortos no Líbano e dois outros em Israel no pior surto de violência a atingir a região desde o fim da ocupação israelense no sul do Líbano, seis anos atrás.

O Hizbollah deseja trocar os soldados capturados por prisioneiros árabes detidos em Israel.

"Os palestinos e os libaneses disseram estar prontos a realizar uma troca de prisioneiros. Acreditamos que a solução mais lógica é fazer com que as vozes lógicas e justas dos palestinos e libaneses sejam ouvidas", afirmou o ministro iraniano das Relações Exteriores, Manouchehr Mottaki, durante uma visita à Grécia. O Irã alega dar apoio apenas moral ao grupo militante.
O presidente da França, buy more about Jacques Chirac, clinic no comando das celebrações pelo 14 de Julho (Dia da Queda da Bastilha) provavelmente pela última vez, prometeu hoje tornar produtivo os últimos meses de mandato. Ele pretende impedir que os franceses mergulhem em um estado de paralisia política.

O dirigente de 73 anos afirmou ter esperanças de que a taxa de desemprego do país sofra uma queda acentuada ao longo do próximo ano. Chirac prometeu supervisionar a reforma do sistema judiciário e falou sobre a possibilidade de cortar o custo da mão-de-obra para as empresas.

"Não é hora de olhar para trás, para o que já realizei. É hora de agir", declarou ele, na entrevista que concede todos os anos no dia do aniversário da Revolução Francesa. "Acredito que a França possui problemas suficientes e planos suficientes sem que tenha de se preocupar com o sexo dos anjos", acrescentou.

Como em diversas vezes desde que assumiu o cargo em 1995, Chirac mostrou-se mais à vontade ao falar de política externa. Ele classificou como "totalmente desproporcionais" os ataques de Israel contra o Líbano e conclamou o Irã a chegar a um acordo sobre o programa nuclear.

A sorte do presidente francês sofreu reveses durante o segundo mandato dele, que termina em maio próximo. Chirac viveu vários fracassos, entre os quais a surpreendente vitória do "não" no plebiscito do ano passado sobre uma nova Constituição para a União Européia (UE).

Uma onda de distúrbios de rua em subúrbios pobres de cidades do país, no ano passado, seguida por protestos nacionais devido a uma reforma trabalhista proposta pelo governo no começo de 2006 somaram-se aos infortúnios e deixaram uma sensação de que Chirac e a administração dele estavam naufragando.

Mas os índices de popularidade do presidente melhoraram no mês passado, alimentados em parte pelo sucesso inesperado do time francês na Copa do Mundo. Uma pesquisa do instituto Ipsos publicada ontem revelou que 38% dos franceses tinham uma opinião favorável sobre Chirac. Em janeiro, esse índice era de 32%. Dos entrevistados, 58% afirmaram ter uma opinião negativa a respeito dele.

Acredita-se que o dirigente, hospitalizado em meio a um clima de mistério, no ano passado, depois de um problema venoso, não tentará reeleger-se em 2007. Porém, na entrevista de hoje, Chirac recusou-se a ser arrastado para a questão e não quis confirmar a candidatura do principal nome da direita, Nicolas Sarkozy, atual ministro do Interior do país.

Os ataques atribuídos ao crime organizado ainda não acabaram na cidade de São Paulo e interior do estado mesmo com o reforço do policiamento. Mas o número de ocorrências diminuiu, health segundo a assessoria de imprensa do governo paulista. O novo balanço oficial ainda não foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública.

Considerados o principal alvo da nova onda de ataques, page os ônibus voltaram a operar na cidade de São Paulo sob escolta e com policiais à paisana entre os passageiros.

De acordo com a São Paulo Transportes (SPTrans), approved empresa que gerencia o sistema, os 23 terminais de coletivos estão abertos e não há problemas nos 20 principais corredores da capital paulista, por onde são transportados, diariamente, cerca de 5,5 milhões de passageiros.

A Secretaria de Segurança informou que foram efetuadas mais três prisões na noite de ontem e na madrugada de hoje, de suspeitos de participar da onda de ataques, elevando para nove o total de detidos.

Um dos presos é Fábio Antonio Silva dos Santos, de 24 anos, acusado de atuar como incendiário de ônibus. Ele teria sido flagrado tentando atear fogo a um veículo no bairro de Vila Madalena, na zona oeste da cidade. Alexandre Tomazino, de 20 anos e Rafael Soares dos Santos Ferreira, de 19 anos, são suspeitos de uma tentativa frustrada de ataque com bomba caseira contra o 24º Distrito Policial, na zona leste.

A assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes confirmou que o governador Cláudio Lembo (PFL-SP) deve entregar uma lista de reivindicações ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, durante o encontro de ambos, marcado para as 15h, na sede do governo paulista.

A diferença entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o candidato tucano à Presidência da República, visit this Geraldo Alckmin, diagnosis em um possível segundo turno das eleições de outubro caiu para cinco pontos percentuais. A constatação é de uma pesquisa do instituto Vox Populi divulgada hoje.

O levantamento, encomendado pela revista Carta Capital, mostra que, na simulação de segundo turno, o presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Alckmin tem 40%.

Essa diferença já foi de 18%, de acordo com a primeira consulta feita pelo Vox Populi, em maio. Na pesquisa feita em junho, a distância entre Lula e Alckmin era de oito pontos percentuais.

Ainda de acordo com os novos dados, 7% dos entrevistados votariam em branco ou nulo, caso o segundo turno das eleições presidenciais fosse disputado por Alckmin e Lula. Os eleitores que não souberam ou não responderam somaram 8%.

O quadro para Lula piora ainda mais com o indicador de rejeição. Vinte e seis por cento dos entrevistados disseram que não votariam no presidente de jeito nenhum, enquanto Alckmin foi rejeitado por 9%. Em maio, Lula tinha 16% de rejeição, contra 4% do rival.

O tucano apresenta um desempenho melhor do que o de Lula entre os mais ricos. Entre os eleitores que ganham mais de dez salários mínimos, Alckmin detém 34% das intenções de voto, contra 25% de Lula.

Cenário semelhante pode ser visto quando a análise é feita considerando o nível de escolaridade. Entre os que têm formação superior, Alckmin fica com 30% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 26%.

Entre os mais pobres, entretanto, a liderança de Lula é incontestável. Lula detém 42% das intenções de votos entre os que ganham até um salário mínimo. Alckmin, por sua vez, aparece com apenas 8% neste extrato.

Dados divulgados na noite de ontem pela TV Bandeirantes mostraram a disputa no primeiro turno. Lula recuou de 45% para 42%, enquanto Alckmin manteve-se em 32% das intenções de voto. Heloisa Helena passou de 5% para 7% por cento.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de julho, quando foram ouvidas 2.003 pessoas, em 121 municípios do país, exceto nos Estados do Amapá e Roraima. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

 

Israel atacou alvos do Hizbollah e devastou várias instalações civis libanesas hoje, dosage provocando críticas do mundo todo a sua campanha militar, cialis 40mg lançada após o Hizbollah ter matado oito soldados israelenses e capturado outros dois numa ação na fronteira.

Mas a Casa Branca disse que o presidente norte-americano, more about George W. Bush, não iria pressionar Israel a suspender sua ofensiva. Ao ser questionado se Bush concordava com o pedido do primeiro-ministro libanês, Faouad Siniora, de dizer aos israelenses que limitem suas operações militares, o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, disse: "Não. O presidente não tomará decisões militares por Israel."

O Hizbollah, que quer trocar os militares capturados por prisioneiros mantidos em Israel, tem lançado foguetes contra o norte do Estado judaico, no mais intenso ataque à região desde 1996.

Israel destruiu pistas do aeroporto internacional de Beirute e bombardeou uma ponte ao sul da cidade, afirmaram testemunhas. O local já estava fechado para vôos desde o primeiro ataque israelense, ontem. Quatro aviões da companhia libanesa Middle East Airlines decolaram sem passageiros para Amã, na Jordânia, pouco antes do último ataque.

A aviação militar israelense também atingiu durante a noite a principal estrada que liga Beirute à capital síria, Damasco, além de bombardear a lvos em subúrbios de população xiita de Beirute, matando pelo menos três pessoas e ferindo 40, segundo fontes dos serviços de segurança. Ataques aéreos no sul do Líbano mataram outras cinco pessoas.

Com isso, sobe para 66 o número de pessoas, a maioria delas civis, mortas no Líbano nos últimos três dias. Ao menos 200 estão feridas.

O Exército de Israel disse que o Hizbollah disparou mais de 130 mísseis contra o seu território em 48 horas, matando dois civis e ferindo mais de 100.

Vários foguetes do Hizbollah atingiram o norte de Israel e pelo menos um destruiu uma casa em Safed, ferindo oito pessoas. Outras cinco pessoas ficaram feridas por foguetes na cidade costeira de Nahariya.

As autoridades militares acrescentaram que o principal quartel do Hizbollah ao sul de Beirute foi um dos seus alvos atingidos hoje.

Uma coluna de fumaça negra subia de um depósito de combustível em chamas na usina de energia de Jiyyeh, ao sul de Beirute, enquanto navios israelenses bombardeavam a estrada costeira nas proximidades.

Várias torres de transmissão de telefonia celular foram atingidas no leste libanês. Caças israelenses também atacaram a base de um grupo palestino pró-sírio na região. Não há relatos de vítimas no local.

Israel afirma que o Líbano é responsável pelas ações do Hizbollah, um grupo islâmico financiado pela Síria e pelo Irã e que tem deputados no Parlamento e integra o gabinete do primeiro-ministro libanês.

O frágil governo de Beirute, dividido demais para desarmar a milícia xiita que controla de fato o sul do país, pediu ao Conselho de Segurança da ONU que peça a Israel que interrompa a ofensiva durante encontro hoje.

O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e a cúpula militar do país decidiram na quinta-feira ampliar a campanha de bombardeios. A decisão foi tomada após dois foguetes, que Israel diz terem sido lançados pelo Hizbollah, terem atingido a cidade portuária de Haifa, a 30 km da fronteira libanesa. Ninguém ficou ferido na ação. O Hizbollah nega ter disparado contra essa cidade.

A violência no Líbano ocorre simultaneamente a uma incursão israelense na Faixa de Gaza, iniciada no mês passado para tentar resgatar um soldado seqüestrado e para impedir o disparos de foguetes pelo Hamas.

O Exército israelense disse hoje que suas forças deixaram a região central de Gaza e que, durante a noite, atacaram um escritório do Hamas e uma ponte.

Um tanque disparou contra um carro, matando um palestino e ferindo outro, segundo médicos. Mais de 80 palestinos já morreram durante a recente ofensiva na região.

 

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