Um grupo de ocidentais era o alvo do terrorista suicida que explodiu uma bomba no hotel Marriott de Jacarta, website like this em um atentado que deixou seis mortos, buy more about do total de nove, nas ações cometidas na sexta-feira na capital indonésia, afirmou a imprensa australiana, citando testemunhas.
Didik Taufik, segurança do local, contou em entrevista publicada no “Sydney Morning Herald” que o terrorista entrou na cafeteria do Marriott com uma mochila e uma mala e disse que tinha que entregar um laptop a seu chefe, e em seguida apontou para uma uma sala reservada do estabelecimento.
Outro vigia o acompanhou até o local onde o empresário americano James Castle tinha convidado para um café da manhã um grupo de 19 ocidentais e indonésios. O terrorista, então, detonou as bombas que carregava consigo, informou o jornal “The Australian”.
A explosão matou imediatamente o terrorista e os australianos Garth McEvoy, executivo mineiro; o diplomata do departamento de Comércio Craig Senger e o diretor de Recursos Humanos Nathan Verity. A ação também deixou mortos o empresário neozelandês Tim McKay e um garçom do hotel chamado Evert.
Testemunhas afirmam que o colega do terrorista saiu da cafeteria no meio da confusão e usou o túnel que conecta o Marriott ao Ritz-Carlton para explodir sua bomba no segundo estabelecimento, dez minutos depois. Nessa ação outras três pessoas morreram.
A ligação entre os prédios é utilizada normalmente por funcionários, por isso não há vigilância, de acordo com testemunhas citadas pela imprensa.
A Polícia indonésia investiga se existe ligação entre o terrorista do Marriott, que, segundo fontes islâmicas, seria Nur Hasbi, e Asmar Latin Sani, autor do atentado suicida contra o mesmo hotel em 2003, no qual morreram 12 pessoas, indicou a rádio “ABC”.
Nur Hasbi estudou com Latin Sani na escola islâmica de Java Central, dirigida pelo clérigo radical Abu Bakar Bashir.
Ele também conhece o malaio Noordin Mohammed Top, especialista na fabricação de bombas da Jemaah Islamiya – o braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático -, acusado de participar do planejamento dos atentados de Bali de 2002, que deixaram 202 mortos.
As autoridades indonésias atribuem os atentados a uma facção dissidente da Jemaah Islamiya liderada pelo malaio.