Washington, check 28 mai (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, shop Barack Obama, visit demonstrou hoje o firme apoio que dá à criação de um Estado palestino e disse estar convencido de que Israel verá essa solução como uma resposta à paz.
Em declarações após uma reunião de uma hora e meia com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, Obama ressaltou que “não há tempo a perder” no processo de paz no Oriente Médio. Porém, se declarou contrário ao estabelecimento de “calendários específicos” para o alcance de um acordo.
O chefe de Estado americano, que na semana passada recebeu na Casa Branca o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também exigiu que Israel detenha o crescimento dos assentamentos judeus nos territórios ocupados e que os palestinos cumpram as obrigações que assumiram para garantir a segurança.
Por sua vez, Abbas declarou que “o tempo é um fator de pressão” no estabelecimento de um Estado palestino e que as partes em negociação “aproveitem cada minuto, cada momento”, para conseguir um acordo de paz.Apesar da pressão de Obama, Israel vem resistindo aos pedidos americanos, a ponto de ter dito que seguirá adiante com sua política de assentamentos.
Quando esteve em Washington na semana passada, Netanyahu afirmou que só voltará a negociar a paz com os palestinos se estes aceitarem a existência de um Estado judeu.
Hoje, Obama disse acreditar que se ambas as partes levarem em conta “não o ganho tático imediato, mas a estratégica a longo prazo”, será possível alcançar a paz no Oriente Médio.
Neste sentido, declarou que “é importante esperar que ocorra o melhor dos casos” e lembrou que sua reunião com Netanyahu só aconteceu há dez dias.
Segundo o presidente americano, Israel acabará entendendo que a criação de um Estado palestino é “a melhor maneira” de garantir a segurança e a tranquilidade do povo israelense.
A reunião entre Obama e Abbas aconteceu a poucos dias da viagem do presidente americano ao Oriente Médio.
No dia 3, o atual ocupante da Casa Branca vai conversar com o rei Abdullah, da Arábia Saudita, sobre o processo de paz na região e o programa nuclear iraniano.
Na manhã seguinte, Obama fará um esperado discurso ao mundo muçulmano, com o qual tentará restabelecer a confiança dos países islâmicos nos EUA. EFE
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