Durante uma visita ao Centro Nacional de Contraterrorismo, situado nos arredores de Washington, Obama avaliou o trabalho dos agentes das diversas agências do Governo, da Polícia e do FBI, que trabalham conjuntamente nesse centro que realiza trabalhos de inteligência para evitar ataques terroristas.
Obama disse que a Al Qaeda continua sendo a “principal ameaça” para o país e Estados Unidos têm que continuar seus esforços para combater o extremismo no mundo, do Paquistão até o leste da África e o Sudeste Asiático, assim como na Europa e no Golfo Pérsico, disse.
Mas, “graças a vocês e todas as organizações que representam, estamos realizando verdadeiros progressos em nossa missão de transtornar, desmantelar e derrotar a Al Qaeda e outras redes extremistas no mundo”, disse.
O presidente avaliou as operações desenvolvidas pelos EUA e seus aliados nos “últimos meses e dias”, e destacou concretamente a recente detenção em Nova York de Najibullah Zazi, um americano de 24 anos que, segundo as autoridades, tinha sido treinado pela Al Qaeda no Paquistão para cometer um ataque em território dos Estados Unidos.
O presidente destacou os esforços que estão sendo realizados com outros países aliados para compartilhar inteligência e outras capacidades, com o objetivo comum de acabar com a Al Qaeda.
No último ano, segundo as autoridades, as forças americanas capturaram ou eliminaram 11 dos 20 membros da Al Qaeda mais procurados na fronteira entre Afeganistão e Paquistão, o que prejudicou a capacidade de atuação da organização terrorista.
“Ninguém pode prometer que não nunca vai haver outro ataque nos Estados Unidos”, disse o presidente, lembrando os atentados de 11 de setembro de 2001, e se comprometeu a colocar as ferramentas necessárias para acabar com essa ameaça.
Obama foi a este evento acompanhado do diretor Nacional de Inteligência, Dennis Blair, e do assessor antiterrorista na Casa Branca, John Brennan.