Menu
Mundo

Obama tem o difícil desafio de conquistar as eleitoras de Hillary

Arquivo Geral

07/06/2008 0h00

O senador democrata Barack Obama, viagra sale virtual candidato à Presidência dos Estados Unidos, view enfrenta o desafio de atrair às milhares de mulheres brancas que não votaram nele nas primárias e que agora estão decepcionadas com a saída da disputa de Hillary Clinton.


A internet está infestada com comentários de ferrenhos seguidores de Hillary que por enquanto rejeitam a candidatura de Obama, buy information pills o primeiro negro com possibilidades reais de chegar à Casa Branca.


Os milhares de blogs da internet falam do fenômeno da “ira das mulheres brancas” que confiavam nas possibilidades de Hillary , de ameaças de abstenção e de um possível voto ao candidato republicano John McCain.


Na terça-feira passada, Obama alcançou os 2.118 delegados necessários para chegar à candidatura democrata, que se tornará oficial na convenção do Partido em Denver, Colorado, em agosto.


Grupos como a Organização Nacional da Mulher (NOW) já denunciaram certa descriminação com relação a Hillary por ela ser mulher.


“Estou muito zangada que Obama tenha tirado a oportunidade de uma mulher chegar à Presidência. Por que não esperou até 2012 ou depois? É jovem e com menos experiência e devia esperar (…) estou farta que só os homens cheguem ao poder” disse à Agência Efe uma eleitora branca, de 34 anos, que pediu anonimato.


Por mais ilógico que seja romper com o partido e votar no candidato republicano John McCain, algumas mulheres se mostram dispostas a chegar a esse extremo por entender que Obama fez pouco para ganhar seu apoio.


A campanha de Obama buscou uma aproximação com Hillary com o objetivo de conseguir que suas discípulas o apoiassem.


Amanhã, Hillary reunirá milhares de seus partidários em Washington para pôr fim de vez às suas aspirações presidenciais, agradecer a seus seguidores e declarar seu apoio a Obama.


Sua mensagem, segundo fontes próximas, será que os democratas não estão divididos e que todos, desde a base até a mais alta hierarquia do partido, devem apoiá-lo para evitar que McCain inicie “um terceiro mandato de Bush”.


O maior desencanto parece provir das mais velhas que viveram na própria pele a discriminação de tempos passados.


As mulheres recorreram à internet para tornar público seu mal-estar pelos múltiplos ataques à campanha de Hillary. Muitas viam em Hillary a única chance de que uma mulher chegasse à Casa Branca, o que seria um grande feito em 200 anos de história americana.


Segundo dados do censo, as mulheres são quase 51% da população, mas se encontram atrás dos homens em vários campos dos setores público e privado.


As mulheres dizem estar fartas da discriminação e fazem todo o possível para demonstrar que não são, como foram chamadas em outros tempos, o sexo frágil.


Daqui até novembro, quando acontecerão as eleições presidenciais, Obama terá que reverter as tendências do voto feminino em enquetes recentes.


Há alguns meses, várias pesquisas indicaram que as mulheres brancas preferiam Hillary por 24 pontos percentuais, e a apoiaram inclusive em 12 dos 17 estados onde venceu Obama.


O Centro de Pesquisa Pew assinalou recentemente que Obama sofreu uma queda de oito pontos percentuais entre as mulheres desde fevereiro passado, devido em parte à “reação negativa dos partidários de Hillary”.


Segundo analistas, para curar as feridas é necessário que Hillary dê seu apoio inequívoco a Obama, para que a militância feminina aceite a derrota da primeira-dama e passe a apoiá-lo.


 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado