O risco de uma guerra nuclear entre os países diminuiu, mas aumentou o de um ataque atômico por parte de grupos terroristas, advertiu hoje o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao início da primeira sessão plenária da cúpula de Segurança Nuclear que ocorre em Washington.
Em seu discurso inaugural, o chefe da Casa Branca pediu um minuto de silêncio em memória das vítimas do acidente aéreo no qual morreu o presidente polonês, Lech Kaczynski.
Neste contexto, o chefe da Casa Branca indicou que a situação atual requer um “novo enfoque” que tem de ser dado “pelas nações e os aliados”.
“Acredito firmemente que os problemas do século 21 não podem ser resolvidos por uma só nação atuando de maneira isolada. Para resolver esses problemas, devemos trabalhar juntos”, disse Obama.
O presidente dos EUA, quem é o anfitrião desta cúpula, aproveitou a presença em massa de líderes estrangeiros em Washington para manter reuniões bilaterais com muitos deles e falar amplamente entre outros assuntos da ameaça que representa o Irã.
Ontem, com o presidente da China, Hu Jintao, assinou a cooperação na resolução da ONU sobre novas sanções contra o programa nuclear iraniano e para deixar claro a Teerã as consequências que sofrerá se não cumprir com a vontade da comunidade internacional.