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Mundo

Obama continua recebendo apoios dentro do Partido Democrata

Arquivo Geral

31/03/2008 0h00

O aspirante democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama conseguiu hoje o apoio da senadora por Minnesota Amy Klobuchar, case que chega após o respaldo recebido na sexta-feira do senador pela Pensilvânia Bob Casey.

Além disso, page o jornal de economia “The Wall Street Journal” antecipou em sua edição de hoje, doctor que os sete legisladores democratas da Carolina do Norte prevêem apoiar em grupo a campanha de Obama antes das eleições primárias no estado do 6 de maio.

A impressão de que a luta entre Obama e sua rival Hillary Clinton está se tornando perigosa e ameaça as possibilidades de uma vitória democrata em novembro explica, segundo o jornal, que cada vez mais os legisladores divulguem suas preferências.

Os senadores e membros da Câmara de Representantes fazem parte do seleto clube dos 800 superdelegados, que inclui outros funcionários do partido, e que provavelmente terão que decidir quem é o candidato presidencial.

Para se chegar à vitória, são necessários 2.024 delegados, escolhidos por votação popular no processo de primárias, iniciado em janeiro e que será concluído em junho.

O problema é que nem Obama, nem Hillary conseguiram os delegados suficientes e, dado o sistema de repartição proporcional nas primárias democratas, é quase matematicamente impossível que um deles obtenha o número necessário.

Obama tem 1.625 delegados, frente aos 1.486 de Hillary, de acordo com a última apuração da cadeia “CNN”, e tudo indica que o senador finalizará as primárias com mais delegados e maior respaldo popular.

Diante desse cenário, aumentam cada vez mais as vozes que pedem a retirada de Hillary, embora a senadora por Nova York tenha deixado claro que não desistirá.

Além disso, a ex-primeira-dama culpou hoje o senador afro-americano e seus aliados de tentar impedir que as pessoas votem.

“Muitos partidários de Obama querem pôr fim à campanha porque não querem que o povo continue votando”, disse em declarações a uma emissora filiada à rede de televisão “CBS”.

“Isso é o contrário do que eu acredito. Queremos que o povo vote. Quero que as pessoas de Montana votem”, disse em referência às eleições primárias no estado que estão previstas para ocorrer no dia 3 de junho.

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