Gibbs não quis antecipar quais são as opções, mas ressaltou que ainda faltam “semanas” para que Obama anuncie uma decisão.
“Quem disser que o presidente já tomou uma decisão não tem a menor ideia do que está falando”, disse Gibbs em declarações à imprensa a bordo do avião Air Force One, no qual Obama seguiu hoje para o funeral das 13 vítimas do massacre na base militar de Fort Hood, no estado do Texas.
O presidente americano deve se reunir nesta quarta-feira com sua equipe de segurança nacional para falar sobre o Afeganistão, no que será o oitavo encontro do gênero para analisar a estratégia a seguir.
No centro do debate está o pedido do comandante das tropas aliadas no Afeganistão, general Stanley McChrystal, para o envio de mais 40 mil soldados.
Atualmente, há 68 mil militares americanos e outros 40 mil de países aliados no Afeganistão.
O encontro coincide com a comemoração do Dia dos Veteranos, ocasião em que os EUA prestam homenagem a suas Forças Armadas e aos mortos em combate.
Por causa da data, um grupo de senadores republicanos aproveitou para enviar uma carta a Obama na qual pedem para que autorize o envio das tropas solicitadas por McChrystal.
“O quanto antes pudermos fornecer os reforços e os recursos de que necessitam, mais seguras estarão” as tropas americanas no Afeganistão, destacaram os legisladores.
Segundo a imprensa americana, as opções contempladas incluem em cada caso um aumento de tropas, que oscila entre 15 mil e mais de 40 mil.
A opção aparentemente mais forte é a que prevê o envio de 30 mil soldados, que começariam a seguir para o Afeganistão em meados de 2010.