Além disso, a Casa Branca criará um novo escritório para informar a outros países da política de segurança americana de maneira mais efetiva, de acordo com um comunicado.
Obama explicou que “estas decisões refletem a verdade fundamental que os desafios do século XXI são cada vez menos convencionais e ultrapassam as fronteiras, e, portanto, demandam uma resposta que integre de modo efetivo todos os aspectos do poderio americano”.
Através destas mudanças, o Conselho de Segurança Interna, criado após os atentados de 11 de Setembro, se manterá como um organismo assessor para questões como os desastres naturais, possíveis pandemias e o terrorismo em território dos Estados Unidos.
O atual responsável do órgão, John Brennan, permanecerá no cargo e continuará com acesso direto ao Salão Oval, mas os subordinados dele serão integrados no Conselho de Segurança Nacional (NSC, em inglês), responsável pela política externa da Casa Branca.
Para o presidente americano, a fusão “colocará fim à divisão artificial entre equipes da Casa Branca que estiveram a cargo da segurança” no âmbito internacional e no território nacional.
Além disso, será criado um “diretório de implicação global” dentro do NSC que fomentará o uso da diplomacia, das comunicações e da ajuda ao desenvolvimento para promover os objetivos da segurança americana no exterior.
Estas mudanças “reconhecem o mundo como é, não como costumava ser ou como talvez desejássemos que fosse”, ressaltou o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, James Jones. EFE