A transferência da sede representaria uma vitória política para o Governo israelense, que oficialmente nomeou Jerusalém como sua capital em 1950.
A Administração do então presidente Bill Clinton negou-se a autorizar a mudança de local da embaixada por temer que isto pudesse prejudicar as negociações de paz entre israelenses e palestinos. Seu sucessor no governo americano, George W. Bush, também adiou a transferência.