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O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela

Veja o que se sabe até agora sobre a identidade das vítimas de outras nacionalidades

Redação Jornal de Brasília

26/06/2026 9h21

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Foto: Federico Parra / AFP

O número de mortos nos dois terremotos que abalaram a Venezuela na quarta-feira subiu nesta sexta-feira (26) para pelo menos 920, incluindo vários cidadãos estrangeiros.

Segundo o chefe de ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, há mais de 50 mil pessoas desaparecidas.

Veja o que se sabe até agora sobre a identidade das vítimas de outras nacionalidades:

– Dois brasileiros –

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, país que tem fronteira com a Venezuela, informou que dois cidadãos do país — um homem e uma mulher — morreram na tragédia.

O governo anunciou que presta assistência consular aos familiares.

– Quinze portugueses mortos –

O Ministério das Relações Exteriores de Portugal informou que 15 cidadãos portugueses ou descendentes de portugueses morreram nos dois terremotos.

– Cinco espanhóis mortos e 119 não localizados –

Pelo menos cinco espanhóis morreram e há 119 desaparecidos, indicou o Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha, revisando para cima o balanço.

Um balanço anterior indicava que havia quatro espanhóis mortos.

Em 1º de janeiro de 2026, 147 mil espanhóis residiam na Venezuela, segundo dados do Ministério das Migrações da Espanha.

– Um ítalo-venezuelano –

Um homem nascido em Caracas em 1970, cidadão venezuelano e italiano, morreu após o desabamento de um prédio no estado de La Guaira, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Itália. Roma calcula que quase 170.000 pessoas com passaporte italiano vivem na Venezuela.

– Dois chineses –

Dois cidadãos chineses foram confirmados entre as vítimas dos terremotos até a tarde de quinta-feira, informou a agência estatal de notícias Xinhua, que citou a embaixada em Caracas.

A representação diplomática publicou um comunicado na plataforma de mensagens WeChat no qual pede aos cidadãos chineses na Venezuela que “tomem precauções diante de desastres secundários provocados por réplicas e outros terremotos”.

AFP

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