Na entrevista coletiva do balanço da feira, prostate realizada hoje, o presidente da Associação da Indústria Automobilística alemã, Matthias Wissmann, disse que esta edição “é, com certeza, uma das mais bem-sucedidas até agora na história”.
O salão, que terminou hoje, se concentrou nos avanços tecnológicos para fabricar veículos que consumam menos combustível e emitam menos dióxido de carbono (CO2).
“A indústria alemã do automóvel está em uma ofensiva ecológica e convenceu até mesmo os críticos mais acirrados com dados puros, conceitos claros e datas de comercialização de novos produtos”, explicou.
Wissmann acrescentou que a indústria alemã investirá 17 bilhões de euros (US$ 23,8 bilhões) este ano em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a melhora da eficiência do consumo de combustível e a redução de emissões de CO2.
Ele disse que conversou com os políticos alemães que visitaram a mostra, como a chanceler Angela Merkel, para que aprovem o novo imposto sobre emissões de CO2 “para que o público saiba que, se comprar um veículo ecológico, terá uma vantagem”.
Segundo uma pesquisa com os visitantes, vindos de 125 países, 25% pretendem comprar um automóvel nos próximos meses.
No entanto, Wissmann acredita que “os números de vendas dos próximos três meses não serão tão bons” devido a que no último trimestre de 2006 as entregas cresceram acima do normal na Alemanha por causa do aumento do Imposto do Valor Agregado (IVA), de 16% a 19%, a partir de janeiro deste ano.
A mostra contou com 1.081 expositores de 40 países e a presença de 14.722 jornalistas de 94 nações.
A próxima edição será realizada entre 17 e 27 de setembro de 2009.