As autoridades de Nova York, onde vive uma grande colônia de haitianos, transmitiram hoje suas condolências aos afetados pelo forte terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira.
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, enviou seu pesar a todos os afetados pelo tremor e assegurou que “seus pensamentos e preces estão com todos os nova-iorquinos que têm família e entes queridos na zona”.
Bloomberg lembrou a “estreita relação” da cidade com o país caribenho, já que 125 mil moradores de Nova York são haitianos.
O prefeito acrescentou que a cidade está preparada “para ajudar em tudo o que for necessário”.
O governador de Nova York, David Paterson, também tornou público hoje seu pesar “em nome de toda a população” e assegurou que, à espera de mais detalhes sobre o “desastre”, o estado está preparado para ajudar.
Paterson ressaltou a importância da comunidade haitiana como parte da sociedade do estado de Nova York e afirmou que suas preces estão com “o povo do Haiti, assim como com os nova-iorquinos ligados ao país”.
O poderoso terremoto aconteceu às 19h53 (Brasília) de terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou hoje em “centenas de milhares” o número de mortos.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.