O prefeito de Nova York, this web Michael Bloomberg, look ameaçou suspender as visitas escolares à sede da ONU se seus responsáveis não abordam em breve uma longa lista de deficiências em seu sistema de prevenção e extinção de incêndios.
Bloomberg realizou a advertência em carta enviada no dia 30 de outubro o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que foi divulgada hoje pela imprensa local. Na carta, o prefeito lembra que na inspeção que foi feita do complexo da ONU em janeiro, a primeira em seu meio século de história, foram descobertas 866 violações do código municipal.
Entre estas estão a falta de detectores de incêndios e de sistemas de irrigação para apagar as chamas em vários andares do edifício principal que abriga o secretariado. O prefeito impôs como prazo o próximo mês de janeiro para solucionar as deficiências mais “urgentes”, e até março para o resto.
O prefeito de Nova York assegura que se a organização descumprir os prazos oferecidos, “a cidade se verá obrigada a ordenar a cessação de todas as visitas escolares às Nações Unidas, e se for necessário, tomaremos medidas adicionais, como notificar o público do perigo que representa”.
Fora destas medidas, a cidade tem poucas opções para fazer cumprir seu código porque as Nações Unidas é tecnicamente um território internacional. A ONU confirmou ter recebido a carta e assegurou através de uma de seus porta-vozes, Marie Okabe, que “compartilha a preocupação do prefeito”.
Assegurou que os responsáveis pelo prédio tomaram medidas para responder temporariamente às problemas mais urgentes detectados pelos inspetores e que este trabalho é realizada em colaboração com a Cidade de Nova York.
Entre as medidas que serão tomadas estão a instalação de 385 letreiros de emergência e a substituição de 2.000 extintores. Okabe lembrou que a sede do organismo empreenderá no ano que vem uma renovação que custará US$ 2 bilhões e durará mais de quatro anos para modernizar suas instalações, em parte como resposta a seu antiquado sistema de segurança.