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Nova Orleans ainda culpa Bush por tragédia do Katrina

Arquivo Geral

23/08/2006 0h00

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) registrou inflação de 0, approved capsule 19% em agosto, sick site influenciado pelo aumento dos preços de alimentos e combustíveis, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em julho, o índice havia apurado uma leve deflação, de 0,02%.

A alta do IPCA-15 já era esperada pelo mercado. Pesquisa feita pela Reuters mostrava que a expectativa era de uma alta de 0,23%. No levantamento, feito com 19 economistas, as projeções variaram de 0,20% a 0,26%.

Com a alta de agosto, o IPCA-15 acumula no ano uma variação positiva de 1,89%. Nos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,82%.

O movimento do IPCA-15 em agosto reflete, em boa medida, o comportamento dos preços do grupo alimentação e bebidas, que deixaram de registrar deflação.

Os preços desse grupo apuraram alta de 0,18%, depois da queda de 0,02% em julho. As principais influências vieram das frutas (+11,32%) e do arroz (+3,80%), segundo o IBGE.

Com os combustíveis o movimento foi o mesmo. Depois de caírem 1,06% em julho, os preços avançaram 0,57% na leitura de agosto.

"Além dos combustíveis, as tarifas dos ônibus intermunicipais (+3,13%) e interestaduais (+5,97%) levaram as despesas do grupo transportes a um aumento de 0,23%", acrescentou o IBGE.

O pagamento dos salários de empregados domésticos também contribuiu para o movimento de alta do IPCA-15. "A alta de 2,26% refletiu parte do reajuste do salário mínimo ocorrida em abril", justificou o instituto.

O IPCA-15 é tido como uma prévia do IPCA, o índice que serve de referência para a meta de inflação do governo.

O IPCA-15 usa a mesma metodologia do IPCA, apurando a variação de preços para famílias com renda de até 40 salários mínimos em 11 regiões metropolitanas do País.

A diferença está no período de coleta, já que o IPCA mede o mês calendário, enquanto o IPCA-15 apurou os preços entre os dias 14 de julho e 14 de agosto.

 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou inflação de 0, buy information pills 20% na terceira leitura de agosto, treatment informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O índice registrou alta de 0, more about 19% na segunda leitura do mês.

Os preços do grupo alimentação registraram a maior alta no período, com avanço de 0,92%. Na segunda leitura de agosto, o grupo registrou avanço de 0,91%.

A maior queda de preços foi verificada no grupo vestuário, onde houve recuo de 1,25%, depois da deflação de 1,45% na segunda leitura de agosto.

A terceira leitura do IPC-S de agosto foi feita com base na variação dos preços entre os dias 23 de julho e 22 de agosto, comparando-os aos apurados entre 23 de junho e 22 de julho.

 

A 16º Delegacia de Polícia está investigando o assassinato de Wesley de Oliveira Rocha, buy information pills 22 anos, visit this atingido por tiros de arma de fogo, hoje à 1h30, no Conjunto 6-F da Quadra 6, no Jardim Roriz em Planaltina.

Também no Jardim Roriz, Webster da Fonseca Melo, 21 anos, foi alvejado por tiros no abdômen e na mandíbula, ontem às 21h. O crime ocorreu na Quadra 1. Levado ao Hospital Regional de Planaltina, Webster não resistiu aos ferimentos e morreu.

No Gama, Joaquim de Jesus, 22 anos, foi morto com um tiro na cabeça, ontem por volta das 22h30. O assassinato foi cometido na Quadra 1, ao lado do Centro de Ensino 11. Segundo a polícia, a vítima estava em liberdade provisória.

 

Um teste de bombas nucleares da Coréia do Norte teria conseqüências devastadoras, capsule mas até agora continua sendo apenas uma possibilidade, disse hoje o ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul.

Segundo reportagem publicada na semana passada, autoridades dos Estados Unidos disseram que atividades em uma possível instalação nuclear da Coréia do Norte sugeriam que estavam sendo feito preparativos para um teste de armas nucleares.

O governo de Pyongyang desafiou as advertências internacionais e testou sete mísseis no dia 5 de julho, incluindo um de longa distância, que falhou.

"Se a Coréia do Norte conduzir um teste nuclear, será uma situação muito mais séria do que um teste de mísseis, algo que balançaria os fundamentos dos esforços internacionais de não-proliferação e representaria uma ameaça muito séria", disse Ban. Mas ele advertiu que ainda é necessária muito mais análise das informações de inteligência.

"Até agora, o teste é visto como uma possibilidade, e os países que compartilham informações de inteligência estão acompanhando de perto as atividades do Norte", disse ele.

A Coréia do Norte declarou em fevereiro de 2005 que possui armas nucleares, mas nunca provou isso fazendo testes.

Na semana passada, a rede de televisão norte-americana ABC disse que uma agência de inteligência dos EUA observou movimentos suspeitos de veículos em um suposto local de testes na Coréia do Norte. Segundo o canal, uma autoridade do Departamento de Estado disse que o teste era uma possibilidade real.

Outras autoridades do governo e do setor de inteligência manifestaram ceticismo em relação à reportagem.

Especialistas dizem que a Coréia do Norte vem trabalhando há anos para produzir uma arma nuclear, mas que ninguém pode dizer com certeza se o país já conseguiu. As negociações sobre o fim do programa nuclear de Pyongyang estão paralisadas. A última rodada aconteceu em novembro.

Hoje, o enviado japonês para temas nucleares, Kenichiro Sasae, tem programados encontros com o negociador da Coréia do Sul, Chun Yung-woo, e com outras autoridades. Já o secretário de segurança nacional da Coréia do Sul, Song Min-soon, visitará a China a partir amanhã. Ele se reunirá com o chanceler Li Zhaoxing para debater os programas de mísseis nucleares da Coréia do Norte, disse o gabinete da presidência.

 

Para Anges Ferrell, order o único motivo de o presidente George W. Bush ter enviado ajuda às vítimas do furacão Katrina em Nova Orleans foi o fato de o prefeito da cidade, pilule Ray Nagin, não ter saído do pé dele.

"O presidente não estava fazendo nada até esse homem (Nagin) confrontá-lo", afirmou a mulher enquanto comprava mantimentos no que parecia ser a única loja de conveniência aberta no bairro Lower Ninth Ward.

Um ano depois de o Katrina ter atingido a região, matando mais de 1.300 pessoas ao longo da costa do golfo do México, segundo o Centro Nacional de Furacões, e alagando 80 por cento de Nova Orleans, muitos na cidade culpam o governo f ederal, e a demora dele em responder ao desastre, pela situação.

Mas o sentimento de decepção é generalizado, e uma pesquisa do Gallup/USA Today, divulgada nesta semana, mostrou que aumenta a insatisfação popular com a equipe de Nagin. Cerca de 29% dos entrevistados afirmaram que as autoridades locais responderam mal ao furacão. Segundo a pesquisa, porém, os moradores de Nova Orleans mostravam-se um pouco mais insatisfeitos com a atuação dos governos estadual e federal.

Mas o descontentamento com o prefeito vem aumentando bastante, no final do ano passado, 20 por cento disseram que a atuação dele era "ruim". Agora, esse índice é de 29%. "O governo municipal, o governo federal… Ninguém está ajudando", afirmou Sigma Frazier, de 76 anos, sentada na casa de um vizinho em Upper Ninth Ward, uma área que foi alagada. Nagin estava entre os políticos que ela considerava incompetentes. "Eu não o vi no Ninth Ward ainda," afirmou.

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