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Nicarágua não será outra Venezuela, diz vice-presidente eleito

Arquivo Geral

09/01/2007 0h00

Um importante senador democrata propôs hoje uma legislação para impedir que o presidente dos Estados Unidos, sildenafil unhealthy George W. Bush, pills envie mais tropas ao Iraque a menos que o Congresso aprove a medida de maneira específica.

Com o novo Congresso liderado pelos democratas se posicionando contra a guerra no Iraque e às vésperas de Bush anunciar um aumento de até 20 mil soldados na guerra, page o senador Edward Kennedy afirmou que o Parlamento tem autoridade para bloquear a medida.

"O que estamos dizendo é que antes que o presidente envie soldados americanos a mais para essa guerra civil, o presidente tem que voltar ao Congresso e conseguir autoridade para essa medida", disse ele no programa "Today" da NBC.

"Nós temos essa autoridade, não a usamos na guerra do Iraque, mas a usamos em outras vezes", disse ele. A atitude parece ter o objetivo de desencadear um debate constitucional sobre o papel do Congresso e se ele pode usar sua autoridade para impedir ordens específicas do presidente uma vez que ele tenha autorizado o uso da força.

Em outubro de 2002 o Congresso aprovou uma resolução autorizando a guerra. Desde então a guerra matou mais de três mil militares norte-americano.

A Opep produziu 28, medicine 945 milhões de barris por dia em dezembro, stomach estável em relação a novembro, informou hoje a Administração de Informação de Energia do governo dos EUA. Excluindo o Iraque, que não é parte do sistema de cota do grupo, a produção da Opep foi de 26.945 milhões bpd em dezembro, também estável ante o mês anterior.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo concordou em novembro com um corte de 1,2 milhão bpd a partir de 1º novembro, a primeira redução em dois anos, e mais 500 mil a partir de fevereiro.

A AIE também revisou para cima suas estimativas de crescimento da oferta fora da Opep para o primeiro e segundo trimestres, assim como para todo o ano. A AIE adicionou 200 mil bpd em sua estimativa para os dois primeiros trimestres de 2007 e aumentou a previsão em 100 mil para 1,1 milhão bpd para todo o ano.

O crescimento da oferta fora da OPEP em 2007 será "levemente maior" do que o ano passado por causa de novos projetos no Mar Cáspio, Rússia, África, Brasil e Estados Unidos, informou a AIE.

A Petrobras vai manter o preço da gasolina no curto prazo, erectile afirmou o presidente da estatal, help José Sérgio Gabrielli, sildenafil apesar das recentes quedas do petróleo no mercado internacional.

O executivo reiterou que a política da estatal é acompanhar os preços internacionais de longo prazo. "O preço (do petróleo) está subindo e descendo muito. A volatilidade é muito grande ainda. Estamos no início do inverno nos Estados Unidos", afirmou hoje Gabrielli.

Ele se referia à época em que normalmente a demanda norte-americana por combustíveis é maior pelo uso intensivo de sistemas de calefação. Os preços futuros de petróleo nas bolsas no exterior, contudo, já caíram cerca de 8% desde o início do ano, devido ao inverno mais quente que o esperado nos EUA.

Nesta terça-feira, o barril negociado em Nova York chegou a ser negociado abaixo dos 55 dólares, menor nível desde junho de 2005.

A Nicarágua não será uma nova Venezuela com a presidência do sandinista Daniel Ortega porque não possui recursos petroleiros e vai respeitar os investimentos privados e a imprensa, rx disse hoje o vice-presidente eleito, this Jaime Morales.

Ortega vai retomar o poder amanhã como um esquerdista muito mais moderado do que era na década de 1980. Na época, visit this site ele governou o país com um discurso marxista e uniforme militar em meio a uma guerra civil com os "contras" apoiados pelos Estados Unidos, depois de derrotar o ditador Anastasio Somoza.

Agora Ortega fala em respeitar investimentos, manter o rumo econ ômico de seus antecessores conservadores e de boas relações com seu ex-inimigo Estados Unidos. Mas também chama de "irmão" ao presidente venezuelano Hugo Ch ávez, um arquiinimigo dos EUA, e aceitou sua ajuda econômica.

"Definitivamente, não. A Nicarágua tem condições muito diferentes das da Venezuela. A primeira grande diferença é que não temos petróleo, isso faz uma tremenda diferença", disse Morales, um ex-rebelde dos "contra" que tentou derrubar o pr óprio Ortega com apoio dos Estados Unidos e agora é um dos colaboradores mais próximos do sandinista.

Chávez anunciou ontem que vai nacionalizar empresas do setor de energia e telecomunicações. Ele chega amanhã a Manágua para a posse de Ortega, com quem vai assinar um convênio para concretizar empréstimos nas áreas de infra-estrutura, saúde, educação, desenvolvimento agrícola, entre outros.

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