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Navio japonês ajuda a localizar petroleiro afundado nas Filipinas

Arquivo Geral

31/08/2006 0h00

Um importante miliciano palestino foi morto hoje por tiros de um grupo de mascarados em um campo de refugiados da Faixa de Gaza, try dosage o que gerou o temor de uma nova onda de violência entre palestinos. Os desconhecidos abriram fogo contra Raed Nahal, purchase dirigente dos Comitês de Resistência Popular (CRP) no distrito norte da Faixa de Gaza.

Fontes médicas informaram que quinze balas foram extraídas do corpo de Nahal. O incidente aconteceu em um campo de refugiados a oeste da Cidade de Gaza, enquanto Nahal circulava em carro acompanhado por sua mulher.

As Brigadas de Nasser Saladin, braço armado dos CRP, emitiram um comunicado acusando espiões israelenses, colaboracionistas e grupos que apóiam a corrupção de estar por trás da morte de Nahal. Além disso, ameaçam dar uma "dura resposta a este crime. O sangue de Nahal e de outros líderes mortos não é barato".

Em março, o então dirigente dos CRP Abu Youssef Abu Quka morreu quando o carro em que entrava explodiu. Na época, os CRP acusaram dirigentes dos serviços palestinos de segurança de estarem envolvidos no assassinato.

Enquanto isso, em Gaza, uma criança de doze anos que ficou ferida na quarta-feira devido aos tiros do Exército israelense morreu no hospital. Com isso, sobe para nove o número de mortos da quarta-feira e para 18 o total de vítimas fatais desde que começou a operação israelense contra Shijaiyeh, na Cidade de Gaza.

Na Cisjordânia, soldados do Exército israelense mataram um comandante das Brigadas dos Mártires de al-Aqsa, milícia do movimento nacionalista palestino Fatah.

Segundo o Exército israelense, os soldados cercaram um edifício da cidade velha de Nablus onde estavam o comandante das Brigadas, Fadi Afisha, de 32 anos, e outros milicianos com a intenção de detê-los, e estes últimos abriram fogo.

Um tribunal de Moscou condenou hoje a 19 anos de prisão Igor Gubkin, information pills líder do Conselho Militar Revolucionário (CMR), site organização de extrema esquerda que detonou bombas em monumentos a czares da Rússia.

Gubkin já havia sido condenado anteriormente a 14 anos por homicídio. Desta vez, ele foi declarado culpado de terrorismo, fraude, posse e fabricação de explosivos, informou a agência "Itar-Tass". Segundo a Promotoria, Gubkin, redator-chefe do jornal "Juventude Comunista" fundou em 1997 o CMR, que pretende restaurar o regime soviético.

O CMR ameaçou explodir um monumento a Pedro, o Grande, em Moscou. O atentado não foi realizado, mas a Polícia encontrou três quilos de TNT perto do pedestal da estátua. Em 2002, outro tribunal moscovita condenou cinco membros do CMR a penas de quatro a 11 anos de prisão.

Os militantes foram declarados culpados de vários delitos. Entre eles, a explosão de bombas num monumento ao czar Nicolau II, nos arredores de Moscou, e numa placa dedicada à dinastia dos Romanov, no maior cemitério da capital russa.
As autoridades das Filipinas, approved com a ajuda de um navio japonês equipado com instrumentos de inspeção submarina, doctor localizaram hoje o petroleiro Solar I, que afundou dia 11 de agosto no golfo de Panay e causou a maior maré negra na história do país.

Segundo a guarda litorânea, a embarcação de 998 toneladas se encontra em posição vertical, ligeiramente inclinada a boreste, a 640 metros de profundidade. Aparentemente, já parou de vazar petróleo, segundo os dados obtidos pelo navio japonês Shinsei Maru.

O comandante da guarda litorânea, vice-almirante Arthur Gosingan, explicou que, sabendo a posição exata do naufrágio, poderá decidir se é melhor trazer o navio de volta à superfície, recuperar o petróleo por meio de tubulações ou simplesmente enterrar tudo em rochas e areia.

O petroleiro afundou há três semanas devido às fortes ondas no golfo de Panay, 500 quilômetros a sudeste de Manila. Ele derramou quase meio milhão de litros da sua carga. Estima-se que ainda haja 1,5 milhão de litros nos seus tanques.

A companhia Sunshine Maritime Corporation era a proprietária da embarcação. A carga pertencia à filipina Petron, que fretou o Solar I para transportar carga entre Bataan, na ilha de Luzon, até Zamboanga, em Mindanao, a cerca de 900 quilômetros de distância.

O Shinsei Maru foi contratado pela Petron para localizar o petroleiro. A maré negra afetou cerca de 30 mil pessoas, além de 1.143 hectares de reserva marinha, 823 hectares de viveiros, 1.128 hectares de mangues, 16 quilômetros quadrados de recifes e 245 quilômetros de costa.

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