A embarcação, com 272 metros de comprimento, tem capacidade para mil camas, 12 salas de cirurgia e quatro depuradoras de água do mar, que podem bombear mais de 1,1 milhões de litros de água potável.
Segundo explicou à imprensa o diretor de enfermeiros do “Comfort”, Mark Marino, a embarcação conta com 400 camas especiais para doentes graves e 60 de terapia intensiva.
O Comando das Forças Armadas dos EUA enviou até agora ao Haiti cerca de 12 mil soldados, incluindo marinheiros a bordo de navios, tripulações de embarcações da Guarda Costeira, unidades do Exército, tripulação de aviões de observação e transporte e equipes de operações especiais da Força Aérea.
O Comando informou que participam da operação pelo menos 48 helicópteros militares. Outros 15 helicópteros se juntam hoje às atividades de transporte de suprimentos e evacuação de desabrigados. O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 (Brasília) do último dia 12 (terça-feira) e teve epicentro a 15 quilômetros da capital haitiana, Porto Príncipe. Em declarações à Agência Efe, o primeiro-ministro do Haiti, Jean Max Bellerive, disse que o número de mortos superará 100 mil.
O Exército brasileiro informou que pelo menos 17 militares do país que participavam da Minustah morreram em consequência do terremoto.
A médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti, também morreram no tremor.