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Mundo

Navio encalhado na Inglaterra derrama óleo e carga

Arquivo Geral

21/01/2007 0h00

A polícia britânica recusou-se a comentar no domingo a informação de que teria identificado o homem suspeito de matar o ex-funcionário da inteligência russa Alexander Litvinenko em Londres.

Litvinenko morreu em um hospital de Londres em 23 de novembro após ter sido envenenado com uma substância radioativa.

Em uma carta que escreveu à beira da morte, visit web nurse ele acusou o presidente russo, patient Vladimir Putin, de envolvimento no assassinato. O Kremlin tem negado as acusações. Traços de polônio-210 foram encontra dos em vários locais de Londres, incluindo um quarto de hotel onde Litvinenko se encontrou com outros dois russos, um apartamento em Hamburgo, uma aeronave e na embaixada Britânica em Moscou.

O jornal Times afirmou que a polícia identificou o homem suspeito do envenenamento por meio de uma des crição dada por Litvinenko.

Identificado apenas como "Vladislav", o homem pode ter chegado a Londres a partir de Hamburgo em 1º de novembro, com um passaporte falso. "Nós não estamos preparados para discutir (detalhes do caso)", disse uma porta-voz da polícia.

Em meio a uma guerra de palavras com os democratas a respeito do Iraque, thumb o presidente George W. Bush usará seu discurso Estado da União, na terça-feira, para argumentar a favor da permanência no Iraque e tentar ganhar apoio para planos domésticos.

Bush falará a uma sessão conjunta do Congresso norte-americano, que os democratas passaram a dominar pela primeira vez em sua presidência, no momento em que muitos legisladores estão em clima hostil devido ao plano de mandar mais 21.500 soldados ao Iraque.

O discurso será feito duas semanas após apresentar a nova estratégia para o Iraque, da qual muitos norte-americanos duvidam e que levou democratas, e alguns republicanos, a prepararem uma resolução no Congresso manifestando descontentamento.

Alguns especialistas acham que o presidente, que entra nos últimos dois anos do segundo mandato, não conseguirá apoio para suas prioridades domésticas porque o debate sobre o Iraque ainda está muito quente.

"O peso usual que um discurso Estado da União às vezes ganha no estabelecimento de uma agenda está um pouco reduzido, porque as pessoas já ouviram o discurso sobre o Iraque e vão descontar o que ele falará", disse Linda Fowler, professora de governo do Dartmouth College.

Bush deverá defender a estratégia para o Iraque, dizendo ser um passo essencial para a guerra contra o terrorismo. O discurso deste ano também será concentrado em diversos grandes assuntos, e não em uma lista de idéias.

A lista de Bush inclui propostas sobre saúde, combustíveis alternativos, imigração e educação. "O presidente Bush vai ressaltar assuntos que ele acredita ter base comum com o novo Congresso", disse a porta-voz da Casa Branca Dana Perino.

"Podemos encontrar maneiras práticas de avançar o sonho americano e manter nosso país seguro, sem que nenhuma da partes comprometa seus princípios". Os republicanos, que pensam na eleição presidencial e para o Congresso em 2008, podem colocar em prática alguns fatos para atender às expectativas dos norte-americanos.

"Os americanos querem saber: algumas coisa vai ser feita em Washington nos próximos dois anos, e se vocês vão fazer alguma coisa e o que estamos fazendo no Iraque? E se ele responder essas questões, será um sucesso", comentou o estrategista republicano Charlie Black.

Os pecuaristas da faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul vão iniciar em fevereiro a vacinação dos bezerros de até um ano contra a febre aftosa. A ocorrência da doença no estado provocou, try em 2005, déficit de US$ 721,6 milhões na balança comercial local, e em 2006 as exportações de carne bovina caíram de R$ 1,149 bilhão para R$ 1 bilhão.

Desde o final do ano passado, no entanto, alguns países começaram a rever o embargo à compra de carne do estado, como Israel e a Colômbia, que na semana passada decidiu também voltar a comprar o produto do Paraná.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luiz Carlos Guedes Pinto, defende que as campanhas de vacinação  sejam feitas em conjunto com os países fronteiriços, duas vezes por ano. O rebanho brasileiro é o maior do mundo, com cerca de 205 milhões de animais, e a fronteira seca do país tem 14 mil quilômetros. Essa extensão, acrescentou o ministro, "deixa o Brasil muito vulnerável".

A erradicação da febre aftosa, segundo Guedes Pinto, não depende apenas do governo federal: “Cabe ao Ministério da Agricultura a coordenação do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, mas é responsabilidade dos estados executá-lo”, afirmou nesta semana.

A vacinação em Mato Grosso do Sul foi definida com os presidentes de sindicatos rurais, representantes do Ministério da Agricultura, Secretaria de Desenvolvimento Agrário, da Produção e do Turismo e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Ademar Silva Junior.

A Famasul informou que a campanha atingirá 14 municípios impedidos de comercializar o rebanho devido aos focos de febre aftosa detectados em outubro de 2005. De 1º de fevereiro a 15 de março deverão ser vacinados 226 mil animais em Porto Murtinho, Caracol, Bela Vista, Antônio João, Ponta Porã, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru, Japorã, Mundo Novo, Eldorado, Iguatemi, Amambaí e Corumbá.

A expectativa dos pecuaristas, segundo o presidente da Famasul, é a de que o Escritório Internacional de Epizootias (OIE) volte a considerar o estado Área Livre de Febre Aftosa com Vacinação. "Precisamos de ações para voltar a exportar", disse Ademar da Silva Junior.

 

 

O padre Leo Marga Ashram se levanta para pregar. Não fala de religião, pharm mas sobre a importância do uso de pílulas anticoncepcionais e preservativos. Conta que em seu país, o Sri Lanka, os médicos do sistema público de saúde incentivam a esterilização das mulheres. Ashram defende, em vez da ligação de trompas, o incentivo ao uso de métodos contraceptivos.

Sentada na arquibancada do Moi International Sport Center, complexo esportivo onde se realiza o 7º Fórum Social Mundial, a platéia acompanha atenta o difícil inglês com sotaque do Sri Lanka gritado por Ashram. Uma das presentes é a freira Yohana Temba, da Tanzânia. Integrante da entidade católica Instituto da Vocação Juvenil, a irmã Yohana veio ao país vizinho para “apreender o espírito do Fórum Social e abrir nossas cabeças”.

A freira africana fica impressionada com o relato de seu companheiro de fé sobre a esterilização em massa na Ásia. Mas não concorda com a proposta de incentivo aos anticoncepcionais: “Tudo isso acontece porque não fazemos como nossos ancestrais, que aplicavam a disciplina e o auto-controle”.

Diferente na devoção espiritual, o muçulmano Mohammed Mahuruf concorda com o padre Ashram, seu conterrâneo do Sri Lanka. “Em vez da esterilização, os médicos devem incentivar o planejamento familiar, mostrando as opções como pílula e camisinha”, afirma Mahuruf, da Cordaid, organização não-governamental ligada à Caritas International.

“O problema da religião é que as pessoas não praticam o que lêem na Bíblia”, reclama a ginecologista católica Catherine Lalobo Lore, que fechou sua clínica após 20 anos de trabalho, para se dedicar à educação sexual de mulheres. “Temos uma cultura, na África, em que a mulher é monogâmica e o homem, poligâmico. As mulheres não usam preservativos e acabam infectadas em sua própria cama”, afirma Lore.

Longe da cultura africana, a argentina Lourdes Bagur vive a mesma situação em Córdoba, onde trabalha como assistente social no governo da província. “O mais interessante desses encontros é a troca de experiência para saber o que, apesar de tantas diferenças culturais, temos de comum em nosso dia-a-dia”.

 

 

 

O navio de carga MSC Napoli, online abandonado pela tripulação durante tempestades na quinta-feira e que ficou encalhado ao sul da costa britânica no sábado, está derramando carga e vazando óleo.

Inclinada em um ângulo de 30 graus, a embarcação já perdeu quase 160 dos 2.400 contêiners a bordo, disse um porta-voz da guarda costeira no domingo. Ele afirmou que alguns contêiners tinham materiais potencialmente perigosos, como perfume, bateria e peças automotivas, mas afirmou que os riscos ambientais eram pequenos.

Ainda havia risco de o navio virar de cabeça para baixo. "O navio está em uma condição instável, e nós esperamos que a coisa não piore", disse o porta-voz.

 

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