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Não haverá revisão de sentença e execução de Saddam, diz premiê

Arquivo Geral

29/12/2006 0h00

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou nesta quinta-feira que a TAM e a Gol deverão colocar à disposição para o réveillon aviões reservas para evitar os transtornos no sistema aéreo vistos durante o Natal.

Segundo o presidente da Anac, and stomach Milton Zuanazzi, buy view a TAM terá de disponibilizar cinco aeronaves extras em tempo integral e mais cinco durante os horários de pico. Já a Gol deverá deixar duas aeronaves de prontidão.

Zuanazzi anunciou ainda em entrevista à imprensa que a Anac entrou no sistema de reservas das empresas para garantir que não se pratique “overbooking”, a venda de mais assentos do que comporta o avião. “Estamos com controle das malhas até o dia 2”, disse Zuanazzi.

De acordo com o balanço da Anac junto às companhias aéreas, haverá 20% menos passageiros no Ano-Novo em relação ao número verificado no Natal. Ele informou também que as empresas estão proibidas de fazer qualquer mudança de rota ou de vôo durante o próximo final de semana.

No sábado, antevéspera d e Natal, chegou a 55% o índice de vôos com mais de uma hora de atraso. O tumulto verificado nos dias que antecederam o Natal tiveram início com a manutenção não-programada em seis aeronaves da TAM na quarta-feira (dia 20).

Também afetaram os aeroportos naquele dia as fortes chuvas que levaram ao fechamento do aeroporto de Congonhas (SP) por 50 minutos e dificuldades na comunicação entre os sistemas de dados da TAM e da Infraero no aeroporto Tom Jobim (RJ).

Os advogados de Saddam Hussein foram requisitados a recolher seus objetos pessoais, pharmacy mas o Ministério da Justiça iraquiano negou ter assumido a custódia do ex-presidente e a sugestão dos Estados Unidos de que ele poderá ser enforcado já neste sábado.

O primeiro-ministro iraquiano, ed Nuri al-Maliki, disse hoje, ao comentar pela primeira vez a pena de morte do ex-presidente Saddam Hussein, que não haverá revisão ou atraso na execução de Saddam.

Um dos advogados de defesa, que não quis se identificar, disse que Saddam foi entregue pelas forças dos EUA para o governo iraquiano. Representantes do Exército dos EUA disseram que não tinham nada a acrescentar ao comunicado da noite de quinta-feira afirmando que o ex-presidente não estava mais sob seu controle.

Questio nado sobre os comentários feitos pelo advogado de defesa de que Saddam não foi entregue, o vice-ministro da Justiça Bosho Ibrahim disse: "Isso não é verdade. Ele ainda está com os americanos". 

Ele também rejeitou a declaração de uma autoridade sênior dos EUA de que havia planos de mandar Saddam para a forca neste sábado. O ministério, encarregado de implementar as ordens da corte, não vai executar Saddam antes de 26 de janeiro, disse.
Khalil al-Dulaimi, que liderou a equipe de defesa de Saddam até a condenação, em 5 de novembro, disse: "Os americanos me ligaram e pediram que eu retirasse os objetos pessoais".

Na quinta-feira, Saddam recebeu permissão para ver dois de seus meio-irmãos, que também estão detidos em uma base dos EUA perto de Bagdá. Um advogado disse que o ex-presidente está animado.

Porta-vozes do Exército e da Embaixada dos EUA que estão tratando do tema disseram que não têm nada a acrescentar ao comunicado de quinta-feira. O texto afirma que Saddam ainda estava sob custódia dos EUA e ressalta a necessidade de segredo sobre os preparativos, por motivos de segurança.

Apesar de estar legalmente sob custódia iraquiana, Saddam está sendo vigiado por tropas dos EUA. Autoridades iraquianas vão implementar a execução, mas sob observação de forças dos EUA por temor de que oponentes do ex-líder tornem o evento um espetáculo público.

Autoridades iraquianas rejeitaram na quinta-feira as sugestões de que ele será enforcado neste mês, seguindo o prazo de 30 dias dado pelo tribunal. Um ministro de gabinete disse que o feriado religioso que termina em 7 de janeiro vai adiar qualquer execução.

O processo apoiado pelos EUA que condenou Saddam e seu meio-irmão Barzan, junto com outro membro do Partido Baath, provocou debates entre facções rivais e entre Washington e Bagdá sobre a data da execução.

"Não cabe aos americanos decidir quando", disse nesta sexta-feira uma autoridade do Ministério da Justiça. O primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki queria que Saddam fosse executado neste ano pelos assassinatos, tortura e outros crimes contra xiitas na cidade e Dujail.

Mas alguns sunitas advertiram que isso reforçaria a alienação de sua comunidade e muitos curdos querem que Saddam seja condenado também por genocídio no segundo julgamento, que está em andamento.

A volta de Saddam à corte está programada para o dia 8 de janeiro. O código penal iraquiano, da era de Saddam, proíbe execuções durante feriados religiosos. O feriado de Eid al-Adham, depois da peregrinação a nual a Meca, vai até o dia 7 de janeiro no Iraque.

Mas uma autoridade norte-americana disse nos EUA que Saddam pode ser enforcado dentro de dias: "Ouvi que ser á dentro de dois dias, provavelmente".

O primeiro-ministro iraquiano, more about Nuri al- Maliki, malady disse hoje, ao comentar pela primeira vez a pena de morte do ex-presidente Saddam Hussein, que não haverá revisão ou atraso na execução de Saddam, informou um assessor.

Um alto funcionário do Ministério da Justiça disse que Saddam não seria executado até 26 de janeiro, 30 dias depois de sua apelação ter sido rejeitada.

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