Menu
Mundo

Museu Britânico e Exército do Reino Unidos querem salvar riquezas arqueológicas do Iraque

Arquivo Geral

26/02/2008 0h00

O Museu Britânico e o Exército do Reino Unido se propuseram a colaborar em uma nova iniciativa destinada a salvar as riquezas arqueológicas do Iraque não destruídas durante a guerra.

O plano, help divulgado esta semana pelo jornal especializado “Art Newspaper”, website like this parte de um estudo dos locais arqueológicos, incluindo as antigas cidades sumérias de Warka e Eridu para examinar posteriormente o nível dos destroços e dos saques sofridos.

Os especialistas também concentrarão seus esforços nos museus saqueados durante a guerra do sul do Iraque, como os de Basra, Kut, Amara e Wasit.

Tom Holloway, oficial do Exército britânico destacado em Basra, disse ao jornal que os militares poderão prestar socorro e proteção aos arqueólogos nesses locais.

O papel do Exército britânico nesse projeto cultural consistirá em facilitar o trabalho dos especialistas e dar assistência na hora de assinar contratos que precisem de financiamento aproveitando seus contatos com procuradores privados iraquianos.

No Museu Britânico, o especialista que se ocupará do tema é John Curtis, que está a cargo das coleções do Oriente Médio e é um perito no Iraque e Irã.

Curtis reconheceu que o plano está ainda em sua fase inicial e que não foi falado com as autoridades iraquianas, que são extremamente importantes em tudo isto, mas qualificou de “animador” o fato de o Exército começar a se interessar pela herança cultural do país destruído.

“Houve saques terríveis, mas achamos que têm diminuindo ultimamente, como pode ser observado pelas fotografias tiradas por satélite”, explica Curtis.

Segundo o “Art Newspaper”, os soldados britânicos não estarão, no entanto, encarregados de patrulhar os sítios arqueológicos para impedir saques.

Antes da invasão anglo-americana de 2003, as coleções dos museus do sul do Iraque foram levadas para o museu de Bagdá.

Agora, uma equipe de especialistas terá que determinar se os pequenos museus dessa parte do país estão em condições de receber de novo suas coleções.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado