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Mundo

Mulher morre em vôo da American Airlines depois não receber assistência

Arquivo Geral

25/02/2008 0h00

Uma mulher morreu em um vôo da companhia aérea American Airlines depois de se sentir mal e não ter recebido uma máscara de oxigênio de um comissário de bordo, abortion que teria negado assistência por duas vezes, informou hoje a imprensa local.

Segundo declarações dadas pela família da vítima a diversos veículos de imprensa, Carine Desir, de 44 anos, estava em um vôo de Port-au-Prince, capital do Haiti, para Nova York, na sexta-feira, quando se sentiu mal durante o trajeto.

O comissário de bordo teria dito que não poderia dar oxigênio a ela, mas atendeu-a depois com um equipamento que, aparentemente, não estava funcionando corretamente.

Um porta-voz do serviço legista de Nova York disse que Desir, que sofria de uma doença cardíaca, morreu de causas naturais.

O primo da vítima, Antonio Oliver, relatou à imprensa que Desir estava com muita sede após ter comido e que, pouco depois, teve problemas para respirar, motivo pelo qual pediu oxigênio para um comissário de bordo por duas vezes, que negou a assistência.

O comissário então consultou os pilotos para saber se poderia ou não dar oxigênio à mulher. Quando finalmente tentou prestar assistência a Desir, a bomba estava vazia.

Com a situação, alguns passageiros com conhecimentos médicos intervieram e administraram oxigênio proveniente de uma segunda bomba.

Oliver comentou que Desir pediu para que “não a deixassem morrer” após dizer que não podia respirar e acrescentou que sua prima chegou a ser tratada com um desfibrilador que, aparentemente, também não funcionou corretamente.

O primo da vítima pediu ao piloto para que aterrissasse imediatamente com o objetivo de levá-la a um hospital, e o vôo foi desviado para Miami. Entretanto, a mulher morreu enquanto isso.

Segundo Oliver, o vôo seguiu para o aeroporto John F. Kennedy, em Nova York. O corpo de Desir foi estendido no corredor da primeira classe e coberto com um cobertor.

Até o momento, a companhia aérea confirmou a morte da mulher, mas não quis se pronunciar sobre as acusações dos familiares da vítima sobre as possíveis más condições do equipamento médico do avião.

Segundo a rede de televisão “CNN”, a empresa disse que Desir recebeu oxigênio e foi “ajudada por médicos” que estavam no vôo.

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