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Mundo

Mulher é presa por ignorar proibição de gritar durante o sexo

Arquivo Geral

23/04/2009 0h00

A britânica Caroline Cartwright, stuff 47, cheapest é famosa na vizinhança por gritar muito durante o sexo. No domingo passado (19), ela desobedeceu uma ordem de comportamento antisocial da Justiça e voltou a atormentar seus vizinhos. Resultado: Caroline foi detida pela polícia nesta quarta (22). As informações são do jornal “The Sun”.

De acordo com o jornal, Caroline pode ser condenada a cinco anos de prisão por ter ignorado a ordem da Justiça, que a proíbe de fazer “barulho excessivo” durante sexo com o marido, Steve. Eles são casados há 24 anos e, na semana passada, receberam uma multa por incomodar os vizinhos. 

Mesmo com a ameaça de prisão, Caroline afirmou que manterá sua vida amorosa ativa. “Não vou parar. Continuei fazendo os mesmos barulhos desde que impuseram a ordem e, nesta manhã [de quarta-feira], fizemos barulho por três horas. Não consigo parar e não acredito que sou tão barulhenta.”

A ordem de comportamento colocada pela Justiça britânica é de quatro anos e foi imposta depois de 25 reclamações de vizinhos para a polícia. Caroline afirmou que vai recorrer da ordem.


Reclamações
Rachel O’Connor, a vizinha, apertava um botão para realizar gravações sempre que se sentia incomodada pelo barulho. “Eu ouvia barulhos sexuais muito altos. Havia muitos gemidos e gritos, como se alguém estivesse sentindo dor. Não era apenas da mulher, mas dos dois”, contou à publicação “The Sun”. Quando Rachel se mudou para o local, em novembro de 2007, ela costumava ouvir o barulho por volta das 3h. Depois, afirmou, a “prática” foi transferida para as 6h30, podendo durar até 9h.


Ainda segundo o “The Sun”, Anne Dimmock, que aluga o apartamento para Rachel, disse ter problemas para manter os inquilinos por causa do barulho. “É perturbador, um sexo muito barulhento. A princípio, achei que se tratava de violência doméstica”, contou a proprietária, que tem um escritório embaixo do apartamento do casal. Anne afirmou que realiza reuniões de negócio na cozinha, para evitar constrangimento entre os clientes e os funcionários.


Caroline afirmou à Justiça que não o barulho não é de propósito. “Não tenho a intenção de machucar ninguém ou destruir qualquer propriedade”. Peter Lowthian, seu advogado, alega que a cliente também se incomoda com o barulho da TV e da digitação do computador dos vizinhos.


 

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