A parturiente foi assistida por comissários de vôo e dois médicos que viajavam por acaso no mesmo avião, sales segundo informou a agência de notícias “Belga”.
No momento em que o avião sobrevoava o Saara, a mulher começou a sentir indisposição e dores nas costas, que rapidamente foram reconhecidas pelos médicos como indícios de trabalho de parto.
Como o avião não podia desviar sua rota para um aeroporto próximo, os comissários de vôo estenderam cobertores em uma cozinha do aparelho, puseram água para ferver e recorreram a caixas com materiais de primeiros socorros.
O parto ocorreu sem complicações e a mulher trouxe ao mundo uma menina, à qual chamou de Daniëlla, em homenagem à co-pilota do avião, da companhia belga Brussels Airlines.
A co-pilota foi uma das duas testemunhas que assinaram o registro de nascimento que o avião levava a bordo, como é obrigatório.
Em virtude do registro de nascimento, que depois da aterrissagem foi entregue às autoridades belgas, Daniëlla nasceu na Bélgica. Mãe e filha foram em seguida levadas para um hospital de Bruxelas e ambas se encontram bem.