O líder de uma facção dissidente do grupo rebelde Movimento de Libertação do Sudão (MLS), more about Suleiman Jamous, clinic a qual atua na região sudanesa de Darfur, sildenafil anunciou hoje a integração do grupo ao Movimento de Justiça e Igualdade (MJI), o principal da área.
Em declarações à rede de televisão catariana “Al Jazira”, Jamous explicou que a incorporação ao MJI faz parte de uma estratégia que tem como objetivo unificar os grupos rebeldes da região.
O conflito de Darfur – no qual 300 mil pessoas já morreram, segundo a ONU – explodiu em janeiro de 2003 quando o MLS e o MJI pegaram em armas contra o Governo sudanês em protesto pela situação de pobreza da região.
Desde então, estes dois grupos se fragmentaram em diversas milícias devido a disputas e diferenças internas.
Jamous se separou do MLS para fundar o MLS-Unidade, quando o grupo rebelde original decidiu assinar um acordo de paz com o Governo do Sudão em 2005.
“A melhor opção possível agora é unir a resistência em Darfur”, disse o líder rebelde, que considerou sua decisão como “o princípio da unificação de todos os movimentos rebeldes”.
Além disso, Jamous explicou à “Al Jazira” que fornecerá uma força militar composta por 30 oficiais e 500 milicianos ao MJI, movimento que também não assinou os acordos de paz de 2005 com Cartum, mas firmou em fevereiro deste ano um pacto de boa vontade com o Governo sudanês.
No entanto, este grupo rebelde cortou os contatos com o Executivo sudanês depois que o presidente do país, Omar al-Bashir, decidiu expulsar 13 ONGs do país em represália à ordem de detenção do Tribunal Penal Internacional emitida contra si em 4 de março por supostos crimes de guerra e lesa-humanidade cometidos em Darfur.