O ministro da Defesa russo, store Anatoli Serdiukov, visit web e seu colega sul-coreano, buy more about Lee Sang-hee, destacaram hoje em Moscou a necessidade de a península da Coreia se transformar em uma região desnuclearizada.
“Discutimos seriamente sobre o tema da segurança atômica na península da Coreia. Nossas posturas são muito próximas. Consideramos que deve ser uma região desnuclearizada”, disse Serdiukov, citado pela agência oficial “Itar-Tass”.
Segundo o ministro russo, a saída para a situação atual é “retomar as conversas de seis lados”, que envolvem as duas Coreias, Estados Unidos, Japão, China e Rússia.
“É necessário desnuclearizar essa região, seguindo este formato”, ressaltou.
Já o ministro sul-coreano assinalou que durante a reunião as duas partes “coincidiram em afirmar que as provocações da Coreia do Norte ameaçam seriamente a segurança internacional”.
Lee expressou seu convencimento de que “a Coreia do Norte deveria retornar ao formato das conversas de seis lados”.
“Concordamos em que a Coreia do Norte deve responder por suas atitudes errôneas de forma justa. Concordamos também em que a Resolução 1874 do Conselho de Segurança da ONU não significa unicamente sanções, mas é uma via para a Coreia do Norte sair da situação atual”, acrescentou.
O chefe da Defesa russa assinalou que os dois países estão elaborando um programa de cooperação militar.
“Discutimos o tema relativo à assinatura de programas de cooperação em matéria militar, especialmente em relação à reparação de armamento fornecido anteriormente (à Coreia do Sul)”, disse Serdiukov, que acrescentou que esta cooperação se estende à formação de militares sul-coreanos.
O ministro sul-coreano afirmou que seu país é a favor de “aprofundar e ampliar” as relações no âmbito militar com a Rússia.
“Em nossa opinião, é necessário aprofundar e ampliar as relações militares (entre Rússia e Coreia do Sul)”, disse o chefe da defesa sul-coreana, que expressou ainda sua confiança em que as conversas com Serdiukov ajudarão a colocar em um nível mais açto as relações militares entre os dois Estados.