O ataque de terça-feira, ailment realizado na cidade de Sinjar, order na província de Ninawa, foi o mais sangrento desde a queda do regime de Saddam Hussein, em abril de 2003, e segundo estimativas de fontes hospitalares da região, o número de mortos pode subir para 500.
Em janeiro morreram pelo menos 1.596 pessoas; em fevereiro, 1.308; em março, 1.546; em abril, 1.435; em maio, 1.564; em junho, 1.240; em julho, 1.650. Se forem confirmadas as estimativas sobre as vítimas em Sinjar, em agosto o número pode chegar a 862, de acordo com as informações da Efe.
Com a ausência de números oficiais, os cálculos sobre as vítimas mantêm grandes diferenças de acordo com a fonte encarregada da contabilidade. Assim, a organização humanitária iraquiana Iraque Sem Violência diz que 9.352 iraquianos morreram no país durante os primeiros cinco meses deste ano.
O grupo independente Body Count, dirigido por pesquisadores e pacifistas, cifra em pelo menos 8.009 o número de civis iraquianos mortos até 3 de junho de 2007.
Sem definir um número, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados no Iraque (Acnur) calcula que em média mais de 100 pessoas morrem diariamente no Iraque por causa da violência. Além disso, a Organização Mundial da Saúde assinala que sete em cada dez feridos pela violência morrem nos hospitais.
Desde o começo do conflito em março de 2003, mais de 150 mil pessoas foram mortas no Iraque, revelou o ministro da Saúde iraquiana em novembro de 2006. O Body Count situa o número de mortos em mais de 68 mil, embora um estudo da revista científica britânica “The Lancet”, publicado em outubro de 2006, eleve esse total para 600 mil.
No segundo dia mais violento no conflito, 7 de julho de 2007, cerca de 190 pessoas morreram em diferentes ações violentas registradas no país.
Embora não forneça um balanço completo das vítimas, a Missão de Assistência da ONU no Iraque (Unami) informou que em 2006 morreram 34.452 civis, enquanto o Governo iraquiano calculou esse total em 12.371 este ano.
Por outro lado, 3.981 soldados da coalizão morreram desde o início do conflito – 3.684 deles americanos.