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Mundo

Morales defenderá na ONU indígenas e maior consciência de ricos sobre planeta

Arquivo Geral

22/09/2007 0h00

O presidente da Bolívia, online Evo Morales, more about defenderá na Assembléia da ONU os direitos indígenas e que os países ricos tomem consciência de sua responsabilidade no aquecimento global, informaram hoje fontes oficiais.

O governante abordará estas questões durante sua estadia em Nova York, onde participará, na segunda-feira, da reunião de Alto Nível sobre a Mudança Climática e, na quarta-feira, da Assembléia Geral da ONU.

Morales enfatizará que os países industrializados devem tomar consciência do que acontece no planeta sobre o aquecimento global, segundo a “Agência Boliviana de Informação” (ABI, estatal).

Ele também se referirá aos direitos das comunidades originárias, depois de a Assembléia Geral da ONU aprovar, há dez dias, a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas.

O presidente anunciou que, para comemorar a decisão da ONU, fará uma “festa mundial” na Bolívia em 12 de outubro, com a participação de organizações indígenas.

A delegação boliviana partirá hoje para Nova York e estará integrada pelos ministros de Exteriores, David Choquehuanca, e da Presidência, Juan Ramón Quintana.

Morales se reunirá com o presidente do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, e participará da Conferência Clinton Global Initiative, organizada pelo ex-presidente americano Bill Clinton.

O boliviano também se encontrará com o ex-presidente americano Jimmy Carter e representantes de doze organizações sociais dos Estados Unidos.

O embaixador boliviano em Washington, Gustavo Guzmán, disse esta semana que os encontros com Carter e Clinton servirão para explicar o que está acontecendo na Bolívia e o estado de seus atuais relações com os EUA.

O embaixador americano em La Paz, Philip Goldberg, se reuniu hoje com Morales no Palácio Presidencial para analisar o estado das relações bilaterais.

Ao sair de Palácio, Goldberg disse aos jornalistas que expressou a Morales sua preocupação com a relação que a Bolívia tem com o Irã e o programa nuclear do país.

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