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Mohamed al-Fayed diz que espera que a verdade sobre acidente que matou Diana e Dodi venha à tona

Arquivo Geral

18/02/2008 0h00

O egípcio Mohamed al-Fayed disse hoje, web ao chegar ao Tribunal Superior de Londres para depor na investigação sobre a morte da princesa Diana, que confia em que “se saberá a verdade”.

Diante de jornalistas e fotógrafos, o dono das lojas de departamento Harrods afirmou que luta há dez anos para que a verdade sobre o ocorrido venha à tona.

Al-Fayed acredita que seu filho Dodi e Diana de Gales foram vítimas de uma conspiração do serviço secreto britânico e do duque de Edimburgo, Philip, marido da rainha Elizabeth II, para impedir que os dois se casassem.

“Lutei dez anos. Este é o momento para dizer exatamente o que acredito que aconteceu com meu filho e Diana”, afirmou o empresário, cercado de guarda-costas.

“Espero que se saiba a verdade”, insistiu Al-Fayed, tranqüilo ao chegar ao Tribunal Superior de Londres. Ele foi seguido por um grande aparato midiático desde sua saída da Harrods até o tribunal.

Dodi e a princesa morreram quando o automóvel no qual estavam bateu contra uma coluna do túnel sob a ponte Alma em Paris, em 31 de agosto de 1997. No acidente também morreu o motorista do carro, Henri Paul.

Segundo Al-Fayed, Dodi disse a ele por telefone que pretendia anunciar o noivado com Diana.

A investigação judicial quer estabelecer definitivamente como Diana e Dodi al-Fayed morreram. Duas investigações sobre o fato – uma francesa e outra britânica – concluíram que o casal morreu em um acidente.

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