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Ministros da UE se desentendem sobre cessar-fogo no Líbano

Arquivo Geral

01/08/2006 0h00

Os depoimentos dos empresários Darci Vedoin e Ronildo Pereira Medeiros à Justiça Federal em Mato Grosso citam mais dois nomes de deputados que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas ainda não tinha incluído na lista dos investigados, stuff physician segundo informou há pouco o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ).

"Sim, health é certo que dois novos nomes aparecem. Dois nomes que ainda não tinham sido citados", thumb disse Gabeira. Os depoimentos foram encaminhados à CPMI e estão em análise pelos parlamentares. O deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA) confirmou a informação: "São dois nomes que não haviam sido citados e que foram citados".

Além dos depoimentos de Vedoin, um dos sócios da Planam, a empresa acusada de chefiar o esquema de fraudes para a compra de ambulâncias a preços superfaturados, com recursos do Orçamento Geral da União, e de Medeiros, funcionário da empresa e responsável pela montagem de equipamentos nas ambulâncias, a CPMI recebeu cópia de outros cinco depoimentos, todos de pessoas acusadas de ligação com o esquema. Entre elas, Maria da Penha Lino, ex-assessora do Ministério da Saúde.

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Os ônibus da Condor para o Plano Piloto, shop vão circular  pelas Quadras 118, 121 e 122, DE Santa Maria, passando pelo quartel do Corpo e Bombeiros. Esta boa notícia entra em vigor hoje.

A decisão da empresa foi tomada depois de negociação do administrador da cidade, Indalécio Martins Del Secchi, e a direção da Côndor, em atendimento aos diversos pedidos feitos pelos moradores durante as visitas do administrador àquelas quadras.

Dentro da programação de visitas a todas as quadras da cidade, o administrador pretende identificar os problemas, indicar soluções imediatas, definir prioridades, bem como desenvolver os programas e projetos que serão executados nos próximos meses.

Ministros das Relações Exteriores da União Européia (UE) se desentenderam hoje durante uma reunião de emergência para decidir se o bloco deve pedir um cessar-fogo imediato entre Israel e os guerrilheiros do Hezbollah, advice no Líbano.

O esboço de uma declaração, buy circulado pela presidência finlandesa da UE quando os ministros do bloco de 25 países iniciaram a reunião de crise, dizia: "O Conselho pede um cessar-fogo imediato".

O texto provisório também advertiu sobre violações das leis humanitárias cometidas na guerra iniciada há três semanas, sem citar um dos lados como perpetrador, e disse que uma solução política é condição prévia para o envio de uma força internacional de manutenção da paz.

Mas um representante britânico disse que o texto, apresentado aos ministros sem a realização de consultas prévias entre diplomatas da UE, é inaceitável. Falando sob condição de anonimato, ele disse: "Como está no momento, não existe maneira de podermos aceitar esta conclusão".

Diplomatas disseram que França, Suécia, Espanha e Grécia apoiaram o texto provisório, mas que Grã-Bretanha, República Tcheca e Polônia queriam uma formulação alternativa que pedisse o cessar das hostilidades.

Elas também fizeram objeção a uma frase que avisa que "o descaso com as precauções necessárias para evitar perdas de vidas civis constitui infração severa das leis humanitárias internacionais".

A unanimidade é necessária para que a UE emita uma declaração de política externa. O chanceler finlandês, Erkki Tuomioja, que presidiu a reunião, qualificou de inaceitável a decisão de Israel de intensificar a ação militar contra o Hezbollah, dizendo que é pouco provável que ela tenha êxito e que irá apenas alimentar o apoio dado aos extremistas no Oriente Médio.

"É inaceitável que Israel siga adiante com sua política atual", disse Tuomioja a jornalistas antes da reunião, acrescentando que a UE precisa adotar uma posição unida, correndo o risco de explicitar suas diferenças com os EUA, que apoiam Israel.

Até agora, a Grã-Bretanha vem apoiando a posição dos EUA de que um cessar-fogo precisa ser "sustentável". Essa posição é vista como luz verde para Israel continuar a bombardear o Hezbollah.

A UE está tentando falar com voz única para pressionar em favor do cessar dos combates e de um acordo político que leve tropas européias a patrulhar o sul do Líbano.

Ao chegar à reunião, a secretária britânica das Relações Exteriores, Margaret Beckett, se negou a falar sobre as divergências.

"O que precisamos alcançar hoje é um acordo para pedir o fim da violência, para chegar às bases de um acordo político, para ver se podemos alcançar um consenso sobre qual poderia ser o mandato de uma força internacional e que abordagem poderia ser usada para enviá-la", disse ela a jornalistas.

A comissária de Relações Exteriores da UE, Benita Ferrero-Waldner, disse que a credibilidade do bloco está em jogo.

Os ministros estavam preparados para buscar uma resolução rápida do Conselho de Segurança da ONU e discutir uma força internacional de manutenção da paz, sem assumir compromissos específicos em relação a tropas, enquanto as condições políticas e o mandato da força internacional não estiverem claros.

França, Itália, Finlândia, Polônia, Suécia e Espanha, todos membros da UE, estão considerando a possibilidade de enviar tropas de manutenção de paz ao Líbano. Turquia, candidata à entrada na UE, e o Estado muçulmano asiático da Indonésia também já disseram que poderão fornecer soldados. Mas diplomatas disse ram que, no estágio atual, Paris não quer que a UE defina quais Estados membros estão dispostos a contribuir com tropas.

 

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