Menu
Mundo

Ministro sul-coreano renuncia por Coréia do Norte

Arquivo Geral

25/10/2006 0h00

A ex-prefeita e coordenadora da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, pilule find Marta Suplicy, aposta em um crescimento ainda maior da candidatura do petista após a divulgação da última pesquisa do Instituto Datafolha.

Realizada entre segunda e terça-feira desta semana, em parte após três debates na televisão entre Lula e Geraldo Alckmin, do PSDB, a pesquisa apontou Lula com 58 por cento das intenções de voto contra 37 por cento do tucano. Nos votos válidos, a diferença a favor do petista chegou a 22 pontos (61 a 39 por cento)

"Acho que (a vantagem) tende a aumentar", previu Marta. "Primeiro, porque quem está na frente tem uma tendência (a crescer) e depois porque está ficando evidente que o outro candidato é o candidato de uma minoria, de uma elite", disse Marta ao tomar conhecimento da pesquisa durante ato de artistas e intelectuais em apoio a Lula, no teatro Oficina.

Antes de saber o resultado da pesquisa, Marta negou que a vantagem irá deixar o PT excessivamente confiante. "Estamos com uma grande alegria para uma eventual vitória, mas não vamos entrar no salto alto, porque apesar de a gente estar com muita comodidade e distância do adversário, salto alto a gente viu que não tem um final bom", disse a jornalistas, lembrando a postura do partido no primeiro turno.

Assim como Lula, Marta comentou durante seu discurso que "foi bom ter ido para o segundo turno, pois podemos diferenciar os programas". A coordenadora da campanha paulista de Lula fez referências ao ex-governo tucano no país como "aquele que privatizou adoidado".

Durante o ato dos artistas e intelectuais foi distribuído o manifesto "13 motivos para votar Lula-Cultura", com depoimentos de Chico Buarque de Holanda, Oscar Niemeyer e Marilena Chauí, entre outros.

De lá, Marta Suplicy seguiu para o clube Carioca, em Pinheiros, onde acontecia o Ato de Negros e Negras com Lula, no qual eram esperadas 2 mil pessoas.

A principal autoridade sul-coreana para a Coréia do Norte ofereceu sua renúncia, doctor afirmaram autoridades do governo hoje. Caso a renúncia seja aceita, viagra sale será o terceiro ministro da Unificação a ser substituído. O ministro Lee Jong-seok, um especialista em Coréia do Norte, tem sido criticado por não ser duro o bastante com o país comunista, que realizou seu primeiro teste com uma bomba nuclear em 9 de outubro, desafiando a comunidade internacional.

Uma autoridade do ministério afirmou que Lee entregou seu cargo ao presidente Roh Moo-hyun ontem e que o ministro estava decidido a seguir com sua decisão. A fonte não afirmou se Roh aceitará a demissão. "O trabalho de rearranjar o portfólio de segurança nacional levará cerca de duas semanas", afirmou uma outra autoridade do governo citando o chefe de gabinete de Roh.

O ministro da Defesa, Yoon Kwang-ung, também pediu demissão, segundo uma autoridade da Casa Azul (residência do presidente sul-coreano). O ministro do Exterior, Ban Ki-moon também deve ser substituído em breve, pois foi eleito para ser o novo secretário-geral da Organização das Nações Unidas.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado