Em declarações divulgadas pela agência de notícias local “Fars”, Moslehi também pediu para que o Poder Judiciário atue de forma definitiva contra os conspiradores detidos.
“Conseguimos considerável informação sobre os que planejaram os distúrbios, e alguns deles foram identificados e detidos”, afirmou.
Segundo a “Fars”, que cita Moslehi, entre os detidos há membros do grupo opositor no exílio, Mujahedin Khalq (Combatentes do Povo), considerado por Teerã como terrorista, e de grupos que chamou de “marxistas”.
Pelo menos oito pessoas morreram durante confrontos no domingo passado entre Forças de Segurança e grupos de opositores, incluindo Ali Moussavi, sobrinho do líder do movimento opositor, Mir Hussein Moussavi.
Moslehi deu a entender hoje que os responsáveis pela morte do sobrinho de Moussavi estariam relacionados com os próprios Mujahedin Khalq.
“Não temos dúvida de que os Monafeqin (termo traduzido como “hipócritas” e que o Governo do Irã costuma utilizar para se referir aos Mujahedin Khalq) estão relacionados a este assunto”, afirmou o ministro, segundo a “Fars”.