O procurador-geral da República, ailment pharmacy Antonio Fernando de Souza, visit this abriu procedimento administrativo contra o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF). O senador tem 20 dias para dar explicações sobre as denúncias de envolvimento com desvio de recursos do Banco de Brasília (BRB). O senador foi flagrado em escutas telefônicas conversando com um amigo sobre a divisão de recursos. Em sua defesa, pills Roriz disse que o dinheiro era um empréstimo para a compra de um bezerra, que seria usada em suas empresas agropecuárias.
Gravações feitas pela Polícia Civil, com autorização judicial, mostram conversa entre Roriz e o ex-presidente do banco, Tarcísio Franklin de Moura, combinando o local de entrega de R$ 2,2 milhões. Em discurso na tribuna do Senado na semana passada, Roriz disse que parte destes recursos – R$ 300 mil – foi um empréstimo feito junto ao empresário Nenê Constantino, dono da Gol, para o pagamento de um animal. O restante do dinheiro teria sido devolvido em dinheiro ao empresário.
Após as explicações do senador, que devem ser dadas por escrito, o procurador-geral da República pode pedir abertura de inquérito se achar que há elementos suficientes. Antonio Fernando de Souza também deu prazo para três parlamentares darem explicações sobre denúncias da Operação Navalha, que desarticulou um esquema que fraudava licitações de obras públicas e de desviava recursos de programas federais.
Os parlamentares são: os deputados federais Maurício Quintela (PR-AL), Olavo Calheiros (PMDB-AL), irmão do presidente do Senado, Renan Calheiros, e Paulo Magalhães (DEM-BA), sobrinho do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA).
Mais de mil trabalhadores foram encontrados em condições degradantes de trabalho em uma fazenda da empresa Pagrisa, viagra approved localizada no município de Ulianópolis, no Pará. Eles foram localizados há uma semana pelo Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho e Emprego.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) informou hoje que os trabalhadores, que começaram a ser recrutados há cerca de seis meses, estavam trabalhando na colheita da cana-de-açúcar e na Usina da Pagrisa. Segundo o Ministério Público, os empregados estavam dormindo em alojamentos lotados.
Os trabalhadores deverão receber cerca de R$ 1,8 milhão de verba indenizatória, conforme cálculos do Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo. Fazem parte do grupo representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal.
O ministro da Defesa da Espanha, link José Antonio Alonso, page revelou hoje que o atentado contra as tropas espanholas no Líbano foi perpetrado por uma célula terrorista integrada por indivíduos não libaneses e apoiada por organizações jihadistas libanesas.
Alonso assinalou que essas são as conclusões apontadas pelas primeiras investigações do Centro Nacional de Inteligência da Espanha (CNI, abortion serviços secretos).
O ministro compareceu hoje perante a Comissão de Defesa do Congresso dos Deputados (Parlamento) para detalhar as circunstâncias do ataque ocorrido em 24 de junho, que tirou a vida de seis soldados do contingente espanhol, três espanhóis e três de origem colombiana.
O titular da Defesa disse que um carro-bomba, com uma carga superior a 50 quilos de explosivos, foi acionado por um sistema de radiofreqüência, com comando a distância, durante a passagem do veículo blindado BMR.
Alonso se referiu à polêmica gerada na Espanha ao se saber que os blindados nos quais os soldados espanhóis no Líbano são transportados e fazem patrulhas não possuem inibidores de freqüência.
O ministro disse que os inibidores “podem ser mecanismos muito úteis no caso de ativação por radiofreqüência, mas não são a solução, não servem para nada em casos de carros-bomba ativados por cabo, mina ou suicidas, nem através de outros vários meios”.
A respeito do risco de um atentado deste tipo, assinalou que segundo os serviços de inteligência militares ele é “não significativo” e “baixo”.
“Ninguém escondeu o risco” e “foram disponibilizados todos os meios para a segurança dos militares”, assegurou Alonso, ressaltando que eles contam com sistemas de proteção acima dos níveis previstos, com meios de acordo com o estabelecido pelos serviços de inteligência e dispõem do material adequado. Também disse que o Governo gastou em segurança € 108 milhões (US$ 147 milhões).
O ministro lembrou que a Espanha está no Líbano na missão Finul (Força Interina das Nações Unidas para o Líbano), com o respaldo e autorização do Parlamento e que quando pediu autorização para a missão, em outubro do ano passado, já advertiu que havia três riscos: grupos incontrolados, campos minados e condições médico sanitárias.
Entre as medidas futuras, antecipou que serão instalados inibidores nos blindados no “tempo mínimo imprescindível” e se continuará trabalhando no aumento da segurança contra outros artefatos explosivos.