“A informação publicada nos meios de imprensa é incorreta e pode ser que inclusive seja prejudicial”, disse Barak antes de entrar na reunião semanal do Conselho de Ministros, informou o jornal “Yedioth Ahronoth” em sua versão digital.
Na sexta-feira passada, o jornal “Haaretz” assegurou, citando fontes diplomáticas europeias e palestinas, que Israel e Hamas tinham alcançado um acordo na semana passada para realizar uma troca de prisioneiros nos próximos dias.
Segundo esse periódico, o soldado Shalit seria transferido em breve ao Egito em troca da libertação de mulheres, adolescentes e membros do Governo e Parlamento palestinos presos em Israel.
Shalit foi capturado em junho de 2006, quando tinha 18 anos e desde então não foi visitado por representantes de nenhuma organização de direitos humanos.
Com a ajuda de mediadores internacionais, sua família recebeu neste período três cartas suas e um vídeo.
Na semana passada se completaram três anos da captura de Shalit, aniversário que deu lugar à multiplicação de manifestações e protestos em Jerusalém e na fronteira com Gaza para exigir do Governo que negocie sua imediata libertação.