O ministro da Defesa colombiano, ampoule Juan Manuel Santos, sickness lamentou hoje a tempestade política gerada por suas declarações sobre o líder venezuelano, ambulance Hugo Chávez, e colocou seu cargo “à inteira disposição do presidente Álvaro Uribe”.
Santos, que convocou a imprensa em Washington para ler um comunicado, enfatizou que sua intenção “não era criticar ninguém” e que, se cometeu algum erro, foi não ter sido “diplomático para dizer certas verdades”.
Na quinta-feira, durante uma palestra em Washington, Santos se referiu ao papel que Chávez está realizando como mediador para um acordo humanitário que permita uma troca de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) por guerrilheiros presos.
A esse respeito, o ministro se queixou da publicidade que Chávez está tendo graças a seu papel de mediador e afirmou que o Governo colombiano tinha pedido a ele que não fizesse tanta propaganda.
“Nos últimos três ou quatro dias não vimos mais que publicidade, por isso espero que cumpra o que prometeu”, afirmou, referindo-se a Chávez.
As declarações do ministro provocaram uma tempestade política, e o Governo colombiano emitiu um comunicado no qual desautorizava as afirmações de Santos.
Em comunicado lido para os jornalistas, o ministro assegurou que “em nenhum momento houve a intenção de criticar ninguém, mas dar opiniões sobre fatos evidentes”.
“Lamento muito que meus comentários tenham causado semelhante reação. Se sou culpado de algo é de não ter sido muito diplomático ao dizer certas verdades devido ao ambiente informal em que nos encontrávamos”, afirmou Santos.
O ministro da Defesa referiu-se a seu discurso de quinta-feira em um fórum organizado pelo centro de estudos Diálogo Interamericano, no qual, segundo ele, tinha o entendimento de que a conversa não seria gravada.
“Meu único chefe é o presidente da República. Minha permanência no cargo depende de seu apoio e sua confiança, por isso queria terminar reiterando o óbvio: meu cargo como ministro da Defesa está, como sempre esteve, a sua inteira disposição”, explicou.
Santos assegurou que apóia o processo de mediação e o papel realizado por Chávez e pela senadora opositora colombiana Piedad Córdoba para conseguir a libertação dos reféns em poder das Farc.