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Mundo

Ministra israelense cancela viagem ao Catar devido ao Hamas

Arquivo Geral

29/10/2006 0h00

Mais de cem pessoas podem ter morrido depois que um avião nigeriano caiu e pegou fogo hoje ao decolar na capital Abuja, site adiposity disseram a imprensa e fontes de emergência.

Uma fonte da aviação disse que havia 114 pessoas a bordo, sem contar a tripulação. Um motorista de ambulância no local afirmou que no máximo cinco pessoas sobreviveram.

Entre os mortos estão o líder espiritual dos muçulmanos da Nigéria, o sultão Maccido; seu filho, que é senador; o vice-governador do estado de Sokoto e pelo menos mais um senador, disse o governador de Sokoto.

Um correspondente da Reuters viu corpos queimados entre os destroços do avião, operado pela empresa aérea nigeriana ADC, uma empresa doméstica popular.

Apenas a cauda do avião, um motor e parte de uma asa ainda estavam inteiros.

A rádio estatal disse que o tempo estava ruim no momento que a aeronave tentou a decolagem.

"Ele caiu após a decolagem. Era um avião da ADC de Abuja para Sokoto com mais de cem pessoas a bordo", disse uma fonte da Agência Nacional de Gerenciamento de Emergência, pedindo para não ser identificada.

Esse foi o terceiro grande acidente aéreo na Nigéria em pouco mais de um ano. Em outubro de 2005, 119 morreram quando um Boeing 737 da Bellview Airlines caiu logo depois de decolar de Lagos. Em dezembro passado um DC9 da Sosoliso também sofreu um acidente ao pousar em Port Harcourt, matando 106 pessoas.

 

A ministra das Relações Exteriores israelense, this Tzipi Livni, order cancelou os planos de participar de uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) no Catar porque os legisladores do grupo militante islâmico Hamas deverão estar lá, prostate disseram hoje autoridades.

Apesar de Israel não ter relações diplomáticas plenas com o Catar, a presença de Livni na convenção da ONU sobre democracia será a primeira visita de um importante ministro israelense ao país em uma década.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Mark Regev, disse que Livni nunca chegou a finalizar seus planos, mas decidiu não ir depois de saber que dois legisladores do Hamas, o partido no poder palestino, participariam.

Ele afirmou que a comunidade internacional deixou claro que o Hamas não seria legitimado até que reconhecesse o estado judaico e renunciasse à violência.

Israel – com o apoio do Ocidente – tem boicotado os contatos com o Hamas, que venceu as eleições palestinas em janeiro. O Hamas pede a destruição do estado judaico.

Regev explicou que o ministério envio à conferência Yaacov Hadas, vice-diretor para assuntos do Oriente Médio.

O último ministro do governo israelense a visitar o Catar foi Shimon Peres, que abriu um escritório de comércio lá como primeiro-ministro em 1996.

 

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