Um grupo de mulheres realizou uma manifestação na tarde de hoje no Aeroporto Internacional de Brasília. Elas são esposas de controladores de vôo e estavam protestando contra o afastamento e as punições promovidas pela Aeronáutica.
As mulheres, diagnosis buy information pills que estavam com faixas e cartazes que diziam “ditadura na terra, page buy perigo no céu”, pretendem encaminhar uma carta ao presidente Lula pedindo a revisão da decisão e melhorias nas situações de trabalho da categoria.
A ministra da Defesa argentina, decease Nilda Garré, assegurou hoje que em dez dias se duplicará o sistema de controle aéreo local no Aeroporto Internacional de Ezeiza e no terminal de Buenos Aires, destinado a vôos nacionais.
Na semana passada chegaram ao país dois radares, um outorgado por empréstimo pelo Governo espanhol e outro alugado pela Administração argentina, com o objetivo de reforçar a segurança aérea local.
Garré acrescentou que “já estão regulados e em funcionamento os dois radares que (meses atrás) tinham deixado de operar no Aeroporto de Ezeiza”, o principal da Argentina, o que gerou uma grande polêmica em torno da segurança aérea existente no país.
“O radar primário emprestado pela Espanha está sendo instalando em Morón (na província de Buenos Aires). E também temos em pleno processo de instalação o radar secundário que alugamos através de uma licitação internacional”, explicou a ministra.
Segundo Garré, “não só se superou a crise, mas agora terão dois radares primários e dois secundários, por isso o sistema de controle está sendo duplicado”.
“Foi muito generosa a solução que nos forneceu o Governo espanhol para sair um pouco do apresso”, disse a ministra, referindo-se ao radar da Aeronáutica da Espanha que o Governo de José Luis Rodríguez Zapatero outorgou em empréstimo à Argentina.
Em março, o radar primário que controlava o tráfego do aeroporto de Ezeiza e os vôos internos do Aeroparque portenho ficou danificado por um raio durante uma tempestade, o que derivou em numerosas suspensões de vôos, paralisações de trabalhadores do setor e denúncias sobre a suposta “insegurança” no controle aéreo local.