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Mundo

Ministério da Saúde do México confirma 22 mortos por gripe suína no país

Arquivo Geral

04/05/2009 0h00

Vinte e duas pessoas morreram com gripe suína no México, help onde as análises de laboratório confirmaram também o contágio de 568 pessoas, informou neste domingo (3) o secretário de Saúde, José Ángel Córdova.

A última morte confirmada aconteceu no dia 29 de abril, disse Córdova, que no pronunciamento anterior tinha informado da confirmação de 19 mortos e 454 contagiados pelo vírus.

Córdova explicou em entrevista coletiva que do número de mortos 15 são mulheres e sete são homens.

Além disso, informou que 16 pessoas morreram no Distrito Federal, outros quatro no Estado do México, um em Oaxaca e um em Tlaxcala.

O funcionário reiterou que não foram registrados mortos nos últimos quatro dias e que o “pico” da taxa de mortalidade foi registrado no dia 24 de abril e a última morte no dia 29, por isso que consideram que há uma tendência para a queda de contágio do vírus.

Córdova disse que, felizmente, foi possível confirmar que a taxa de contágio não é tão forte como se pensou no início, nem como foi a gripe espanhola de 1918, na qual frequentemente morriam famílias inteiras uma vez que um dos membros era contagiado.

Além disso, o funcionário disse que a decisão de se as atividades em restaurantes e em outros negócios devem ser retomadas, suspensos há dias, precisa de um consenso com todos os setores envolvidos.

Córdova informou que para evitar uma alta da epidemia se obrigarão a todas as empresas, instituições e famílias a cumprir com determinadas normas, entre estas de estabelecer uma distância não menor de dois metros em restaurantes, cinemas, e todo tipo de lugares de aglomeração de pessoas.

Além disso, as pessoas deverão cumprir de maneira permanente todas as medidas de prevenção como a lavagem das mãos, o uso de máscaras no transporte coletivo, e a eliminação das gravatas por ser um lugar onde se concentram germes.

Para a volta das aulas, o ministro explicou que se deverá realizar uma preparação de professores, famílias e estudantes para um retorno seguro.

Córdova assegurou que nos estados onde ficam os principais centros turísticos, como Cancún e Acapulco, foram registrados poucos casos.

O funcionário assegurou também que não existiram divergências com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-americana de Saúde (OPS) para decretar a emergência epidemiológica e assegurou que se manteve uma estreita comunicação com estes organismos.

Também negou que na decisão de decretar o alerta tenham influído fatores políticos como a visita do presidente americano, Barack Obama, e afirmou que se tivessem tido os dados deste surto teriam decretado a emergência nesse momento.

Além disso, destacou a resposta dos cidadãos ao atender as recomendações para conter a propagação da epidemia.

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